segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Nº. 1019 - Doutrina Cooperativa
1. Amigos chegados frequentemente chamam a minha atenção para o facto do espírito cooperativo andar, por norma, arredado da prática comum.
2. Cooperar, actuando ao mesmo tempo e para o mesmo fim, apenas se verifica quando benefícios imediatos são esperados, desconfiando os mais egocentristas da bondade de tal prática.
3. Frequentemente é deixado para os outros tarefas menos agradáveis, embora algumas sejam o fruto de desleixo pessoal, isto é, negligência nas obrigações consigo próprio.
4. Abandonam-se os restos de comida e respectivos instrumentos havidos para o consumo da mesma em espaços comuns, deixados aos cuidados de desconhecidos, meramente por desfaçatez.
5. O lixo - tudo o que não serve para qualquer fim útil e/ou foi deteriorado pelo uso - é deixado ao abandono em lugares públicos não previstos para tal fim.
6. Atropelam-se os direitos dos outros apenas para serem obtidas supostas vantagens, numa competividade desenfreada e sem atender que comum significa de uso ou pertença de todos ou de muitos.
7. De facto, cooperar significa solidariedade; disposição de reconhecer igualmente o direito de cada um (equidade), almejando comunas mais harmoniosas e, numa liberdade responsável, actuando por livre arbítrio.
Nau
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