terça-feira, 29 de julho de 2014

Nº. 985 - RAC


1. Acredito que, a nível  individual, a prática cooperativa não tenha sido satisfatória para algumas pessoas.

2. Projectos inadequados, parceiros erráticos, gestores formalistas ou percursos divergentes poderão resultar experiências frustâneas mas, por vezes, ser juiz e parte não é coisa boa.

3. O que importa - quando distâncias ou desígnios singulares a tal obrigam - é cultivar o espírito de cooperação, de todo averso às magníficas torres de marfim.

4. Não é o espírito sectário, a crença religiosa ou o clubismo ferrenho que motivará consensos e articulará soluções harmoniosas - a terceira via é a cooperação realista.

5. Logo, somos nós, os cooperativistas, que poderemos atenuar a dependência a usurários através de recursos  próprios.

6. Somos nós, os cooperativistas, que iremos sustar a avassaladora onda consumista, através de uma gestão equilibrada, tanto em casa própria, como na comuna.

7. Somos nós, os cooperativistas, que ergueremos a Coroa Real, insígnia da soberania partilhada com o nosso Rei, refutando o barrete que nos querem manter enfiado até aos olhos.

Nau




































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