terça-feira, 8 de julho de 2014
Nº. 963 - Doutrina Cooperativa
1. Na defesa da sua dama regimental os dogmáticos republicanos estribam-se na superioridade numérica de Repúblicas que, por si só, justifica a sua preferência.
2. Tal superioridade foi devida, no Novo Mundo, à consolidação de interesses particulares funalizados por lojas maçónicas, com o objectivo de substituir o colonialismo europeu de mero apoderamento, pelo colonialismo de um Estado sobre outros Estados, tornando estes, tecnica e economicamente, dependentes.
3. A talho de foice, bom é sublinhar que o neo-colonialismo por Estados predominantes, em África nos meados do século passado, cingiu-se às fronteiras desenhadas pelos antigos colonizadores, agravando as tensões criadas por diferenças culturais e/ou religiosas que, numa óptica globalizadora, dão azo a migrações traumatizantes.
4. Sempre as classes dominantes por acumulação de cabedais usaram o estratagema da partilha do poder entre si pela via republicana, consistindo esta na eleição do soberano a prazo através de colégios eleitorais e/ou de uma massa populacional alargada, convenientemente manipulável.
5. Na Antiga Grécia eram os demagogos que, estimulando as paixões populares, harmonizavam os interesses próprios com as decisões da oligarquia, sendo tais funções demagógicas actualmente exercidas pelas diferentes facções que, por habituação cultivada, em vez do caracter meramente partidocrático assumem a designação de democracia.
6. Convém ter presente que Monarquia significa governo de um só, isto é, do Povo, pelo que o que importa é este ir tomando nas suas mãos o poder de decisão através das unidades cooperativas que s~~ao a única força capaz de atenuar os ímpetos oligárquicos, tanto dos liberais, como dos socialistas.
7. Logo, a figura do Rei - soberano por ocupar o primeiro lugar na instituição política - servirá para obviar as disputas partidárias no topo da comunidade pela via consensual.
Nau
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