segunda-feira, 21 de julho de 2014
Nº. 970 - Doutrina Cooperativa (15/7/14)
1. No apontamento anterior procurei delinear o que entendo por comuna, protoplasma das múltiplas células que formam a estrutura comunalista.
2. A razão do tecido comunal advém da necessidade dos residentes de tais células articularem os seus interesses por largos consensos entre si ganhando conhecimentos e prática de gestão criteriosa.
3. Sem dúvida que os partidos políticos são essenciais numa verdadeira democracia como alfobre de projectos e rumos colectivos, mas sem qualquer espírito clubista onde medram espúrios interesses particulares.
4. As decisões assumidas por cada um dos actores nas respectivas comunas tornam os ditos responsáveis pelas mesmas e consolidam o espírito solidário, porquanto delegar - sob a capa de incumbir alguém de algo que nos diz respeito - é abdicar de prerrogativas inalienáveis.
5. Lgo, a cooperativa é uma escola para toda a vida: uma porta aberta aberta para aqueles que pretendam articular interesses próprios com práticas colectivas; um salto para outras unidades similares onde cada um se sinta mais confortável nas suas actividades.
6. Bom é ter presente que o ingresso em qualquer cooperativa não é um esquema impositivo, mas um fundamento que suscita a cooperação e o consenso, mero critério oposto ao cultivado espírito de apropriação e confronto.
7. A figura do Rei obvia as disputas sectárias no topo da comunidade, razão suficiente para sermos cooperativistas monárquico-comunalistas.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário