domingo, 20 de julho de 2014
Nº. 968 - Psyche (13/7/14)
1. omo qualquer outro animal, o homem primitivo reagia aos impulsos sexuais como mera necessidade fisiológica, sem intuitos procriadores.
2. No progresso das artes, das ciências e dos costumes, o homem civilizado introduziu refinamentos no jogo da sedução carnal, sem dirimir os apetites da posse.
3. Segmentos importantes das modernas sociedades presumem ser mais tolerantes nas relações sexuais, considerando, porém, obsceno tudo o que não se apresente sob o manto diáfono do romantismo.
4. Nas classes de mais baixa extracção, as experiências sexuaus com o sexo oposto realizam-se por volta dos 16 anos, mas nas classes de maiores recursos económicos estas têm lugar (menor promisquidade?) sensivelmente mais tarde.
5. As frustrações sexuais, por vezes, são compensadas através da obcessão pelo poder - domínio sobre outrém - quer pela acumulação de cabedais, quer pela via política, mascarada pela mudança frequente de parceiros ou por figuras de conveniência, como Eva Braun.
6. Presumir que figuras de reputação imaculada não reagem, fisiológicamente, a estímulos eróticos não tem qualquer fundamento e a prova está no elevado número de cenas arrojadas na indústria cinematográfica, na literatura de qualidade e até na produção dramática em que a música e a poesia se reunem.
7. A sexualidade, a volúpia, a sexualidade, isto é, a exaltação dos sentidos, também é uma característica do ser humano.
Nau
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