sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Nº. 764 - Fim de Semana 51
1. A cooperação está para um cooperativista, assim como a lusofonia está para a expressão da consciência de diferentes povos, isto é, uma via para a coesão social.
2. Por outro lado, o comunalismo - apoiado na cooperação e no soberano hereditário e vitalício, este por obviar as disputas partidárias no topo da comunidade - afirma-se como a terceira via perante os oligarquismos, tanto os liberais, como os socialistas.
3. Embora a maioria se mostre tradicionalmente desinteressada da política, dessa maioria é que provem a força laboral que, pelo ramerrão e dependência, sustenta a comunidade, bem como a minoria eclesiástica e/ou laicamente dirigista.
4. De facto, o liberalismo apela à liberdade do homem em todas as situações históricas; o socialismo propõe a propriedade colectiva dos meios de produção e a supressão das classes sociais, ambos apostando no consumismo para a conquista da felicidade.
5. Bom seria que, tal como aconteceu na personalidade do escritor Albino Forjaz de Sampaio, se consagrasse num só a fase I de esquerda - favorável às inovações e mudanças revolucionárias - e a fase II de direita - contrária a grandes comoções políticas.
6. Porém, o bem-estar e a satisfação própria não é atingível através de angélicas promessas - mesmo quando estas tendem à construção de futuros radiosos - ou a atitudes meramente de confrontos radicalizados.
7. Logo, reiteramos: a luta popular significa a real prática cooperativa.
Nau
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