segunda-feira, 28 de maio de 2012
Nº. 197 - Cooperativismo Monarquico, II
1. Pareceu irónico acabar o último apontamento falando de trabalho quando o desemprego aumenta exponencialmente.
2. Claro que não é por falta de trabalho mas simplesmente de empregadores, porquanto a vida nas cidades, vilas e aldeias continua e esta não prescinde da actividade laboral.
3. A figura do empregador é indispensável em qualquer comunidade, seja esta do sector privado ou estatal, pois em todos os projectos - tanto os que os elaboram, como os que os executam - homines sunt ejusdem farinae.
4. Por vezes o empregador assume um papel muito importante na comunidade dado que é este o fautor dinâmico e a maioria precisa de emprego que não de trabalho.
5. Na unidade cooperativa, a aliança entre o trabalho e o emprego coexiste harmoniosamente, por vezes verificando-se tais funções na mesma pessoa.
6. A cooperativa procura satisfazer as necessidades e aspirações comuns - económicas, sociais e culturais - dos seus associados pelo que alia a capacidade empreendedora de uns com a capacidade produtiva de outros.
7. Volto a repetir. O cooperativismo não é a panaceia universal, mas o veículo para transformar a comunidade mais sã e equilibrada, possibilitando a almejada vinda do Rei.
Nau
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