terça-feira, 15 de maio de 2012
Nº. 184 - O Amor III
1. Já nos debruçámos acerca do amor como sentimento de afecto que se tem por uma pessoa ou uma coisa.
2. Também nos espraiamos na atracção sexual que, à semelhança das leis da física, atrai os corpos uns para os outros.
3. Escusado será dizer que a beleza - aquilo que encanta os sentiudos - apenas é evocada para justificar a devoção ou a urgência íntima.
4. O amor igualmente se verifica no esmero com que executamos uma coisa: um gesto afectuosos; uma obra material e/ou espiritual.
5. Talvez tenha sido menosprezado o amor platónico, aquele que, sem aproximação carnal, mantém o elo perdido de uma ligação inconsequente.
6. Finalmente o amor próprio, isto é, aquilo que é digno desse sentimento, que nos mantém firmes nas opções assumidas.
7. Como monárquicos, cultivamos o amor ao Rei por este ser o marco da nossa comunidade - passado, presente e futuro em progressão.
Nau
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