terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Nº. 6018 - Doutrina Cooperativista


1. Na bifurcação da economia social em competição e cooperação, a prioridade tem sido dada à primeira.

2. Claro que é na competição que o entesouramento se torna viável para os bem-sucedidos e/ou meros venturosos.

3. Enquanto o acto ou efeito de competir exorta a prática de concorrer com outrem na mesma pretensão, trabalhar com alguém robustece a hipótese de bom sucesso.

4. Além do diálogo em que avaliam e consertam as boas práticas, estas libertam os esforços associados dos encargos respeitantes a lucros dos intermediários ou dos capitalistas.

5. Sem dúvida que o cooperar carece apenas da disposição bem ordenada entre as partes de um todo: dedicação ao empreendimento e respeito mútuo dos envolvidos.

6. Logo, a cooperação rejeita a intervenção do Estado na vida dos indivíduos, excluindo da comunidade o espírito de coerção sobre outrem.

7. Cooperação e anarquismo são o apanágio da monarquia, significando esta governo de um só, isto é, governo da maioria, sem conexões partidárias. 

Nau

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