segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020
Nº. 6003 - Portal Comunalista
1. Na semana passada, com os olhos postos no Reino de Itália, salientámos os aspectos que contribuíram para o declínio da Europa.
2. Da Ásia, nem um palavra, embora o Japão tenha sido a fénix do capitalismo, e a figura de Hirohito aquilo que os naturais tradicionalistas evocam como a razão do Império.
3. Por outro lado, a Santa Rússia - campo de ensaio da burguesia republicana radical - afirmava-se, com real fundamento, após a Grande Guerra Europeia-II, como o maior Estado do mundo, abrangendo uma sexta parte da superfície terrestre.
4. O Tio Sam, estendendo-se pela parte central da América do Norte, do Atlântico ao Pacífico e o Alasca a N. O., cedo fechou o Novo Continente à colonização europeia, pondo em prática, após a 2ª Guerra Mundial, o controlo de países formalmente independentes do ponto de vista político.
5. A República Popular da China, proclamada por Mao Tsé-Tung em 1949, considerada como a maior superpotência emergente dos nossos dias, mantém um centralismo político piramidal em que o indivíduo de cada plataforma sobe, desde a base, por aquiescência da imediata.
6. Pelo progresso tecnológico dos nossos dias, fácil é concluir que a produção industrial e a subsistência do homem no planeta Terra serão realizadas de acordo com as necessidades próprias do indivíduo, sem entesouramentos irracionais.
7. A ideia sublime de Reino prevalecerá nas comunidades afins, tendo por referência um soberano consensual, hereditário e vitalício, bem como um património cultural acima de qualquer valor que, pela via cooperativa, assegurará a liberdade total do indivíduo.
Nau
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