quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020
Nº. 5998 - RAC (GGE - II)
1. A guerra franco prussiana (1870-71) coincidiu com o fim da boa estrela de Napoleão III e a assertiva estratégia de Bismarck na consolidação da unidade nacional, incorporando a Alsácia e Lorena na Alemanha.
2. Nos seus bons momentos, Napoleão III apoiou a unificação de Itália mas, contrariado pelos católicos franceses que consideravam uma ameaça aos domínios da Igreja, anexou Saboia e Nice, graças ao apoio da população maioritariamente anti-austríaca.
3. O Tratado de Utrecht submeteu a península italiana ao domínio dos Habsburgos da Áustria, porém, em 1861 o Reino de Itália foi proclamado, embora a unificação tenha apenas sido concluída em 20 de Setembro de 1870, com a conquista de Roma.
4. Na primeira década do século XX o Reino de Itália adquiriu uma ordem pública e económica sustentável, dominada pelas reivindicações irredentistas e de expansão colonial, compreendendo esta o norte de Tripoli e o Dodecaneso.
5. Aliciada pelo Reino Unido, a Itália firmou o Tratado de Londres (1915) participando na Grande Guerra Europeia em que viu satisfeita apenas parte das suas ambições com a conquista de Trentino e Fiume, mas ficando a braços com uma deplorável situação económica.
6. O nacionalismo italiano, identificado pelo feixe de várias varas atadas (fascio) da Roma Antiga, significando que a união faz a força, através do Pacto de Aço (22 de Maio de 1939) aproximou-se do III-Reich, participando no conflito deste a partir de Junho de 1940.
7. Claro que o nazismo (nacional-socialismo hitleriano), à semelhança do fascismo mussoliniano, ambos combatiam a alegada ditadura do proletariado.
Nau
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