segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Nº. 5976 - Portal Comunalista


1. O Estado, ironicamente assumido como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante, aproxima-se do fim avizinhando-se uma administração pública digital.

2. Tanto o sector agrícola como o da grande indústria avança para uma automatização integral, de acordo com as reais necessidades da população, i.e., das comunas, que não dos ínvios esquemas capitalistas.

3. O fim da circulação de moeda fiduciária e do espírito mercantil é certo, consistindo este na compra e venda de bens e serviços (consciências inclusive) para o entesouramento de objectos essenciais conotados com a antropologia, a economia, a psicologia, a sociologia e quejandas.

4. Sem dúvida que o homem é um animal gregário, divergindo apenas no valor das experiências adquiridas, bem como das necessidades próprias que, por cautela e/ou egoísmo, o leva a situar-se como centro de toda actividade psíquica. 

5. Porém, monitorizados automaticamente os comportamentos e necessidades individuais ao longo da vida, o carácter do que é imprescindível para uma boa qualidade do percurso existencial (desenvolvimento, alimentação e saúde) é naturalmente assegurado.

6. Claro que o anarquismo é uma ideologia que se opõe a todo o tipo de hierarquia e dominação, jamais considerando a hipótese que os melhores vencerão com o fim do Estado burguês, abrindo as portas a uma nova aristocracia qualitativa.

7. O fundamento do anarco-comunalismo é a cooperação, defendendo o regresso do soberano consensual, hereditário e vitalício, como referência das comunidades afins; o fórum popular (as Cortes) compreende o público nomeado aleatoriamente como o observador periódico.

Nau

Nenhum comentário:

Postar um comentário