sábado, 14 de dezembro de 2019
Nº. 5946 - Fim de Semana 50
1. George Friedmann, sociólogo francês, cedo apercebeu-se que o concerto das massas populares seria um passo de gigante para melhoria das condições de trabalho, por mais automatizado que este se tornasse.
2. Nós, anarcomunalistas, apostamos na multiplicação das unidades cooperativas e na formação contínua proporcionada por estas; na administração pública digitalizada e na produção/consumo realizado por sistemas robotizados; na destruição do reduto da burguesia republicana dominante, i.e., o Estado.
3. Por volta dos 60 anos a adenofriboma detecta-se por toque rectal, pelo aumento apreciável do volume da próstata e micção abundante. As infecções poderão ser agudas ou crónicas e, em ambos os casos, possível o recurso paliativo a antibióticos e adequadas massagens.
4. A unidade cooperativa é uma associação autónoma de pessoas destinada a satisfazer as necessidades económicas, sociais e culturais dos seus comparticipantes, sem fins lucrativos, podendo os serviços e bens materiais ser disponibilizados a terceiros dentro do espírito de articulação desta com a comunidade em que se encontra integrada.
5. O homem é um animal gregário pela tendência de viver em conjunto, i.e., no mesmo domicílio, onde cada um tem o seu espaço e liberdade de agir, esta limitada pela liberdade do próximo. A família é o fundamento da educação, onde o conhecimento e prática de usos e costumes são adquiridos, a par da comunidade onde se encontra integrada.
6. "Chorai arcadas do violoncelo! Convulcionadas, pontes aladas de pesadelos... De que esvoaçam, brancos os arcos... Por baixam passam, se despedaçam, no rio, os barcos. Fundas, soluçam caudais de choro... Que ruínas (ouçam)! se debruçam que sorvedouro!... Trémulos astros... Soidões lacustres... - Lemos e mastros... E os alabastros dos balaústres. Urnas quebrados! Blocos de gelo... Chorai arcadas, despedaçadas, do violoncelo." Camilo Pessanha dixit.
7. Muitos que se dizem monárquicos vanglorizam-se de antepassados de alto estirpe, fanfarronando senhorias espúrias para deslumbramento de papalvos. Outros, mais velhacotes, até se assumem como herdeiros da Coroa Portuguesa, ora por deslumbramento de poucachinhos, ora por desejo ardente de vinganças. Certo é o presuntivo herdeiro há muito tempo já ter assumido as suas responsabilidades dinásticas pelo que aos portugueses cabe aclamarem-no, sem recorrer a escrutíneos republicanóides.
Nau
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