quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Nº. 5943 - RAC


1. O homem é um animal gregário pela tendência de viver em conjunto, i.e., no mesmo domicílio, onde cada um tem o seu espaço de liberdade de agir, esta limitada pela liberdade do próximo.

2. A família é o fundamento da educação onde o conhecimento e prática de usos e costumes são adquiridos, a par da comunidade onde se encontra integrada, esta resultante do espaço geográfico onde tradicionalmente residem.

3. No 12º governo da primeira República, nomeado a 29 de Novembro de 1915 e exonerado a 15 de Março de 1916, o Ministro da Instrução Pública, Frederico Ferreira de Simas, Maçon na Loja Pureza, de Lisboa, afecta ao Grande Oriente Lusitano, era figura de relevo do pensamento pedagógico português, não tendo qualquer dúvida quanto ao carácter instrutivo, que não educativo, do seu ministério.

4. Diga-se de passagem que a designação de Ministério da Instrução Pública
foi mantido até 10 de Abril de 1936, alterada pela Reforma de Carneiro Pacheco que, sob a designação de "Lei de Bases da Educação do Estado Novo" procurou estruturar as políticas 'educativa', cultural e de investigação científica do regime.

5. A preocupação da burguesia republicana dominante tem sido de mascarar a instrução pública (explicação dada para terminado fim), escamoteando o processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano. Generalizada a confusão entre o estratagema instrutivo e a prática educativa, delegando esta, a maior parte das vezes por razões profissionais, a infantários.

6. O horror que muita gente manifesta pela robótica - métodos e técnicas de automatização dos processos industriais - contradiz a tendência do homem virar a pessoa que executa ordens sem pensar.

7. Tanto o capitalismo como a serventuária burguesia republicana dominante serão expurgados do Planeta Azul quando o reduto destes, i.e., o Estado, for radicalmente expurgado da face da terra pela crescente onda anarquizante. Logo, o anarcomunalismo, em consonância com a multiplicação das cooperativas onde a competição se apaga e a solidariedade robustece, permitindo o regresso do soberano connsensual, hereditário e vitalício, como referência das comunidades afins.

Nau

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