quinta-feira, 26 de dezembro de 2019
Nº. 5758 - RAC
1. A troca de lugares foi meramente circunstancial pois o nosso editor achou por bem, no dia do aniversário natalício, primar a poesia, embora o início da quadra já tivesse sido assinalado na semana anterior.
2. Inicialmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol, estabelecido no calendário romano a 25 de Dezembro, posto que a órbita aparente que o Sol descreve em volta da Terra a inclinação máxima tenha lugar a 21 de Dezembro.
3. A troca de presentes e muitos outros aspectos da festa popular do Dies Natalis Solis do Império Romano, só a partir do século III foi mantida como o nascimento de Jesus da Nazaré, embora os países eslavos e ortodoxos a celebração tenha lugar a 7 de Janeiro.
4. Claro que era na época mais fria no hemisfério Norte que as actividades agrícolas, por força das circunstâncias reduzidas, tinham lugar, encontrando-se as terras em pousio, logo mais adequada para a celebração das festas populares.
5. As trocas de presentes da quadra natalícia correspondem a um aumento da actividade comercial - tanto no hemisfério Norte, como no do Sul - logo mais adequada para a celebração de festejos populares.
6. O presépio surgiu em 1223, pela representação que Filipe de Assis, frade católico, montou como cenário ao vivo, a figura do Menino Jesus, da Virgem Maria e de São José, juntamente com um boi, um jumento e outros animais.
7. A figura do Pai Natal dos nossos dias foi inspirada na prática de São Nicolau, arcebispo de Mira na Turquia, no século IV, que costumava ajudar, anonimamente, as pessoas carenciadas.
Nau
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