quarta-feira, 20 de abril de 2016
Nº. 1615 - RAC
1. Embora o homem apenas de si dependa, culturalmente admite que forças sobrenaturais o condicionam.
2. Na classificação científica do mesmo grupo taxionómico basilar, o homem apresenta dissemelhanças entre si, tanto em configuração externa, como em qualidade do que é apto.
3. Cedo apercebendo-se das forças naturais superiores às suas capacidades, o homem procura associar os diferentes talentos da sua espécie para vencer as dificuldades decorrentes e assegurar a sua subsistência, tornando o viver em comunidade mais confortável.
4. Logo, a cooperação foi o recurso do homem primitivo para encarar as adversidades do meio ambiente, acto desvirtuado por elementos do mesmo grupo que, cientes das suas aptidões particulares, procuraram tirar partido das mesmas.
5. Destarte se afirmou o chefe, tanto o imperativo como o espiritual - arrogante um; tartufo o outro - ambos cultivando a subserviência dos mais em benefício próprio, impondo a cooperação ao maralhal e apropriando-se de tudo que lhes seja vantajoso.
6. Urgente é reformar o espírito de classe em vigor cultivando a real actividade cooperativa através da multiplicação das células baseadas na associação de produtores e consumidores, bem como na prática da autogestão criteriosa e autofinanciamento equilibrado.
7. As ditas células cooperativas têm por fim libertar os seus associados dos encargos respeitantes a lucros dos intermediários ou dos capitalistas, tal como é defendido pelo CMC.
Nau
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