quarta-feira, 6 de abril de 2016

Nº. 1601 - RAC


1. A real actividade cooperativa é aquela resultante da vontade e dos actos dos autênticos cooperativistas.

2. Não basta a mera intenção pessoal dado que a motivação colectiva articula e robustece a cooperação - única via para a satisfação das necessidades económicas, sociais e culturais dos cooperadores.

3. O pluralismo no âmago de uma colectividade organizada constitui a dinâmica necessária para vencer as adversidades, particularmente aquelas motivadas pela competição desbragada capitalista.

4. A grande produção e o respectivo consumo estimulado pela minoria que efectua o investimento subjugam o poder político, i.e., tornando-o dependente do Capital sob a máscara de suposta democracia.

5. O investimento burocrático que compromete o erário e as gerações futuras dá o alento aos tecnocratas e apaniguados, multiplica os escriturários, resultando obras faraónicas as quais apenas satisfazem vaidades pessoais da classe dirigente.

6. De facto, o cooperativismo é a verdadeira alternativa - quer ao capitalismo liberal, quer ao regime económico estatal - na linha enunciada pela doutrina monárquica-comunalista.

7. A globalização é estratégia e desafio do Capital, este amparado pelos nacionalismos espúrios. Logo, a comuna é o resultado da multiplicação das células cooperativas sob a Coroa Real por esta obviar disputas partidárias no topo da comunidade.

Nau


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