sábado, 17 de maio de 2014
Nº. 911 - Fim de Semana 20
1. Sem dúvida que o sufragismo de uso corrente pouco atrai os cidadãos, servindo apenas para justificar a democracia formal que se encontra arredada do verdadeiro espírito democrático.
2. Por outro lado, o grupo constituido por várias famílias e vivendo na mesma região, sujeitos às mesmas leis, terá o nome colectivo de Povo, a que nós, cooperativistas, designamos por comunidade.
. Tanto a República maçónica (1910 -1926), como a República partidocrática vigente sobrevivem - umas na má memória, outras no tempo presente - graças ao sectarismo instilado por minorias que controlam os meios de produção; a salazarquia limitou-se a impor o barrte frígio pela via confessional.
4. A crença religiosa que reune pessoas que professam a mesma doutrina sem conmtemplar outras da mesma jaez; a pátria mítica limitada à terra natal esquecendo eventuais contribuintes forasteiros; o soberano hereditário e vitalício que diletantemente se contesta - não basta para aliciar possíveis correligionários.
5. Se os homens fossem todos iguais o progresso seria letra morta (ou, pelo menos, de pouca saúde) porquanto a emulação positiva, o consenso, a cooperação assente na diferença de aptidões e no conjunto destas é o fundamento da doutrina cooperativa.
6. Povos com largo saber todo de experiências feito (mais de oito séculos de história!) continuam, por lassidão a apostar em rebuscadas formas políticas que à saciedade já demonstraram a sua falência, é masoquismo imperdoável.
7. Tempo para reflexão. Para quê, no próximo acto eleitoral, votar nos partidos com assento na Assembleia da República?.
Nau
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