quarta-feira, 30 de abril de 2014
Nº. 895 - Prelo Real
1. Não será um concorrer para a indisciplina, mas hoje o Prelo Real terá que ir à vida porquanto um outro tema, mais alto, se alevanta.
2. Claro que evitei dizer outro valor, isto é, outro tema de peso merece tanta atenção (ou talvez mais) do que a actividade editorial que, na generalidade, vai definhando por falta de clientes.
3. Sem dúvida que as instituições políticas como normas fundamentais são importantes para uma harmoniosa articulação dentro da comunidade, desde que as referidas normas satisfaçam as necessidades públicas.
4. Porém, a República - maçónica na primeira versão; salazarista na segunda; partidocrática na vigente - não satisfaz os interesses do povo, mas sim os caprichos de minorias dirigentes.
5. Obviamente que a alternativa será a Monarquia, mas que raio de Monarquia defendem os Monárquicos? - a Parlamentar?; a do Governo do Rei, Administração do Povo?; a do colégio eleitoral do modelo polaco? - para já o que reina é a confusão total.
6. Facilmente se compreende que a versão parlamentar monárquica pouca diferença faria do passado, bem como do modelo em curso; a República presidencialista francesa vem na linha do 'Governo do Rei, Administração do Povo' (ministro caído em desgraça é demitido e o chefe de Estado de génese partidária mantém-se); os sufragistas monárquicos propõem tão-somente a eleição colegialda figura do Rei!.
7. Nós, cooperativistas, somos a alternativa possível - tanto às minorias dirigentes, como aos centralismos tecnocráticos - porquanto, nas unidades cooperativas os votos sectários encontram-se esbatidos pelos votos criteriosos (acção repercutida nas fedrações, uniões, confederações. etc.), justificando-se plenamente a figura do Rei por esta obviar disputas partidárias no topo da comunidade.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário