terça-feira, 22 de abril de 2014

Nº. 887 - RAC


1. Forçoso é reconhecer que muitas das cooperativas existentes em Portugal funcionam como simples bancadas de Fulano e Sicrano.

2. Aparentemente, tais cooperativas cumprem os objectivos e obrigações legais sob a batuta de Fulano e Sicrano, mas falham no aliciamento de novos associados, definhando como meros cadáveres adiados.

3. Desenvolvendo as suas actividades de acordo com a legislação existente, as cooperativas poderão agrupa-se em uniões, federações, confederaçõese em outras formas legais.

4. Porém, o virus individualista de uns e a condescendência de outros coarctam novos voos, deinhando a cooperativa e, à semelhança de muitos institutos estatais, existem, mas não funcionam.

5. As cooperativas, como associações de pessoas, são uma boa acha para vivificar o fraco mercado de trabalho, através de serviços propiciadores de salários justos, sem a intermediação de empresários privados e/ou estatais.

6. Como instrumento de grande interesse social e económico na via de uma comunidade mais sã e judiciosa, importa dar o máximo relevo às cooperativas que continual fieis aos seus princípios.

7. Esta a razão pela qual disponibilizamos aqui este espaço: maria.augustajr@yahoo.co.uk.

Nau

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