segunda-feira, 14 de abril de 2014
Nº. 879 - Doutrina Cooperativa
1. Claro que a cooperativa poderá ser uma boa acha perante a escassez de actividades remuneradas.
2. Juntando o útil ao agradável, um grupo de pessoas, após gizarem um projecto sustentável, poderão reunir os cobres que lhes restam e avançar para o estabelecimento de uma cooperativa onde serão, simultaneamente, patrões e empregados.
3. Tal façanha, como é óbvio, só é possível através de um projecto bem arquitectado e, embora o capital reunido, por força das circunstâncias, não seja de grande monta, este poderá ser engrandecido por quotização ao longo de um prazo estabelecido.
4. Por via de capital próprio evitam-se recursos financeiros externos ao grupo de pessoas em questão, bem como o encargo de juros que, em operações de risco, atingem números astronómicos.
5. Dado que alguns projectos carecem de técnicos qualificados e estes nem sempre fazem parte do grupo que enforma a nova cooperativa, bom é sublinhar a tais colaboradores que a remuneração destes depende do êxito do empreendimento.
6. A recomendação sugerida no parágrafo antecedente também serve para os membros da cooperativa porquanto, embora patrões, não poderão agir individualmente como tal; como empregados não deverão curar apenas em tirar a remuneração mensal.
7. O êxito depende da sustentabilidade do projecto; da aplicação em conduzir o dito a bom porto; do empenho, tanto dos cooperadores bem como dos eventuais técnicos auxiliares, em concertarem uma acção eficaz e harmoniosa.
Nau
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