segunda-feira, 28 de setembro de 2020

Nº. 6234 - Portal Comunalista 29/9/2020

1. Num século, mais uma dezena de anos, tivemos em Portugal três repúblicas: a maçónica, a fascista e a pantagruélica dos nossos dias.

2. A primeira república - agrupando a minoria dos alegados livres-pensadores que lutavam por uma independência absoluta da razão individual, sobretudo nos assuntos religiosos - fomentava grupos radicais de modo a subverter a ordem pública.

3. Sem dúvida que a sublevação popular pela via maçónica manisfestou-se na independência norte-americana, na Revolução Francesa e até na emancipação hispano-americana, cujos principais líderes (Miranda, Bolívar, San Martin, etc.) eram mações.

4. A primeira república portuguesa, proclamada em Loures no dia 4 de outubro de 1910 foi rectificada em Lisboa pela maçonaria a fim desta coincidir com a data da fundação do Reino de Portugal, 5 de outubro de 1143.

5. O sectarismo republicano perdurou até à data da emergência da salazarquia (1932) que, embora contornando os riscos da 2ª Guerra Mundial, perante a ameaça da perda do Império Ultramarino, se afundou com este a 25 de Abril de 1974.

6. Compearam por largo tempo os apaniguados do defunto marxismo-leninismo soviético, porém, tendo sido assegurado ao Tio Sam a exploração do petróleo de Cabinda e uma protegida entrada de Portugal no largo mercado europeu, tudo se recompôs.

7. A burguesia republicana dominante continua no seu alegado reduto, isto é, o estado lamentável em que nos encontramos, alheada da revolução anarco-comunalista que se avizinha.

Nau



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