1. A maneira natural de lidar com as dificuldades é falar dos problemas. Obviamente que na arena política portuguesa, falar dos problemas públicos é mera peixarada inconsequente.
2. Urge dialogar porquanto as disputas do presente - quer no espírito liberal, quer no socialista - apenas enformam um capitalismo decadente, centrado no reduto da burguesia republicana dominante, isto é, o estado deplorável em que nos encontramos.
3. A economia, ciência que se ocupa da produção e da distribuição de bens e serviços para satisfazer as necessidades humanas, brevemente será tese do passado.
4. Uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas, dentro em breve libertarão o homem do ónus da dita economia, permitindo a este agir por seu livre arbítrio.
5. Como anarquistas, abjuramos o poder alegadamente legítimo, baseado no respeito pelas liberdades individuais; como comunalistas, somos intransigentemente propugnadores dos privilégios comunais, na senda de uma administração pública digitalizada.
6. "Morrer de amor ao pé da tua boca; desfalecer à pele do sorriso; sufocar de prazer com o teu corpo; trocar tudo por ti se for preciso". Maria Teresa Horta dixit.
7. No ensurdecedor diálogo de surdo-mudos, estiolam-se energias na ramboia portuguesa que só o camartelo anarco-comunalista poderá pôr fim.
Nau
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