1. O cooperar necessita apenas da boa vontade e motivação das partes envolvidas.
2. A doutrina depende tão-somente da disposição natural para julgar a necessidade de uma acção conjunta.
3. Ensinamentos havidos em grupos advêm da concertação de práticas em comum e dos resultados positivos.
4. Claro que a tendência para a adopção de ideias alheias apenas se verifica ao longo dos tempos.
5. Urge consolidar as plataformas de entendimento mediante a multiplicação das unidades cooperativas.
6. Voltamos a sublinhar: só as boas práticas são exemplares e os códigos a expressão doentia estatal.
7. Agir ponderadamente sem esquecer a sentença moral antiga - em Roma faça como os romanos.
Nau
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