domingo, 19 de março de 2017

Nº. 1948 . Psyche


1. A dificuldade na conciliação do sono ou durante o mesmo, bem como os comportamentos anormais associados - tais como o terror nocturno e o sonambulismo - são perturbações devidas a diversas causas, sendo as mais comuns a ansiedade e a depressão.

2. Embora se desconheça a razão por que se dorme, o facto é que o sono é necessário, variando de 4 a 9 horas diárias nos adultos saudáveis, decrescendo estas no número total a partir dos 65 anos.

3. Da vigília ao sono REM verificam-se, normalmente, fazes diferenciadas, cerca de 5 a 6 vezes durante a noite, dado que o sono profundo é realmente curto nas fases 3 e 4, sendo a vigília e a fase primeira a mais superficial, acordando a pessoa facilmente.

4. Na fase 4 - o grau de maior profundidade - o tónus muscular, a pressão arterial e a frequência cardíaca e a respiratória estão diminuidas ao máximo, embora a actividade eléctrica no cérebro seja inusitadamente alta (um pouco semelhante a um estado de vigília) com movimentos oculares rápidos - sono REM.

5. A maioria dos sonos ocorre nas fases de profundidade máxima do REM - que poderá ocorrer a todo o momento - e na fase intermédia onde o falar a dormir, os terrores nocturnos e o sonambulismo se verificam com mais frequência, dando a percepção de que, ao despertar, o sono foi insuficiente.

6. O padrão das 6 fases do sono não é rígido, podendo sofrer alterações provocadas por razões alimentares, estados de ansiedade, dores físicas, depressão, uso de fármacos ou stress.

7. A hipersónia (aumento das horas absolutas de sono), a narcolepsia (alteração caracterizada por crises recidivantes), a apneia (repetida suspensão respiratória), etc., são fenómenos que carecem de uma avaliação por técnico qualificado.

Nau

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