terça-feira, 14 de março de 2017
Nº. 1943 - Doutrina Cooperativista
1. Ao longo dos tempos sempre houve aqueles que se impuseram pela força, pela astúcia ou pelos fartos cabedais.
2. Os primeiros são chefes natos - reis, cabos-de-guerra, políticos, etc. - que, bafejados por uma boa estrela, edificaram a sua posição altaneira.
3. Claro que os mais perspicazes, habituados a contornar as situações difíceis e explorando a fraqueza dos mais, ora são sacerdotes, ora meros "directores executivos".
4. Embora a abastança nem sempre corresponda a alqueires bem medidos, a acumulação de valores materiais proporciona, aos basbaques, alto estatuto social.
5. Porém a maralha (o povoléu, a arraia-miúda, a plebe) apenas existe para servir os senhores e/ou a burguesia republicana dominante através do voto anódino em logros eleitorais.
6. Os políticos - com estatuto elevado na condução dos negócios públicos - não passam de serventuários de plutocratas e estes, continuando a financiar a produção e o consumo, aumentam ainda mais os seus réditos pessoais.
7. Logo, através da autogestão e do autofinanciamento, os cooperativistas procuram sustar os ímpetos avassaladores dos capitalistas e, sobre a ruína destes, construir uma real Economia social.
Nau
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