segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Nº. 1767 - Portal Comunalista


1. Nem novas nem mandados do recente congresso monárquico que teve lugar em Coimbra, a menina e moça.

2. Presumo que o referido congresso tenha sido organizado por jovens universitários, pelo que os abstracts das teses apresentadas já podiam ser do domínio público.

3. Segundo parece, o espaço da Internet dos organizadores do referido congresso continua mudo e quedo - pelo menos é o que me têm dito os nossos colaboradores - mas a impaciência é legítima.

4. Resta-me os princípios enunciados no referido espaço os quais colocam os subscritores na ala dos enamorados da extrema-direita, atidos a um glorioso e mítico passado, sem propostas válidas para o futuro.

5. Abro aqui um parêntesis para sublinhar que a extrema-esquerda sofre de idêntico mal, embora voltada para um futuro distante da realidade, esta como qualidade do que é real, mesmo quando, por facciosismo, não se afirma própria dum rei.

6. Defendemos a Monarquia por esta significar governo de um só, i.e., do Povo, servindo a figura do Rei para obviar disputas partidárias no topo da comunidade, estas proporcionadas pelos soberanos a prazo e de cor encapotada.

7. Logo, governo do Povo pela multiplicação das células cooperativas; reinado do Rei (hereditário e vitalício) perante a Históia.

Nau

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