terça-feira, 13 de setembro de 2016
Nº. 1761 - Doutrina Cooperativista
1. Aqui defendemos um sistema político que harmoniza as propostas revolucionárias do cooperativismo com a instauração da Monarquia.
2. Logo, a multiplicação das células cooperativas - levadas a cabo por gente determinada em satisfazer ponderadamente as suas necessidades económicas, sociais e culturais por iniciativa própria - sustará a exploração desmedida cultivada pelos plutocratas.
3. Claro que a mudança profunda na constituição política - acabando com os soberanos a prazo de génese partidária e aplacando os ímpetos capitalistas da burguesia dominante - só é possível com uma revolução na base social.
4. A mentalidade burguesa de apropriação desmedida, aliada à fome de poder, obriga a uma rivalidade sistemática, esta impulsionada desde os verdes anos em que os mais aventurados têm sucesso e o resto é paisagem.
5. Como é sabido, a paisagem é uma extensão de território que se abrange de um só lance de vista, e que se considera pelo seu valor intrínseco (trabalho e/ou lucro), música celestial para os tímpanos daquele que nada de positivo faz.
6. Assim, tanto os burgueses com pretensões de classe dirigente, como aqueles que nada querem fazer exigindo benesses da comunidade - os primeiros auferindo remunerações fabulosas e os segundos vitualhas indevidas - são ambos prostitutos da comunidade.
7. Só a prática cooperativa, com base na autogestão e no autofinanciamento, dará força à revolução que almejamos.
Nau
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