terça-feira, 28 de junho de 2016
Nº. 1684 - Doutrina Cooperativista
1. Mesmo aqueles que nada querem fazer dão-se ao trabalho de matar o tempo.
2. Logo, trabalhar é o nosso fado, embora a capacidade do exercício intelectual ou físico varie de indivíduo para indivíduo.
3. Além disso, há sempre aqueles que, por todos os meios, procuram desfrutar do trabalho alheio, reservando para si as tarefas leves e/ou incontornáveis.
4. Não é correcto dizer que o trabalhador é aquele dado ao trabalho, uma vez que muitos são os que agenciam a vida trabalhando na óptica do parágrafo anterior.
5. Claro que o trabalho mais profíquo será aquele realizado pela via cooperativa, associando produtores e/ou consumidores, sendo o objecto libertar os associados dos encargos respeitantes a lucros de intermediários ou de capitalistas.
6. A formação de pequenas células cooperativas será o primeiro passo, evitando que, dentro destas, o vedetismo ultrapasse o espírito pioneirista, cultivando os laços de proximidade às células afins.
7. Bom é ter presente que as unidades cooperativas se espraiam por diversas áreas: agrícola; artesanato; comercialização; consumo; crédito; cultura; ensino; habitação e construção; pescas; produção operária; serviços; solidariedade social; federações e confederações.
Nau
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