domingo, 14 de dezembro de 2014
Nº. 1123 - Portal Comunalista
1. A Europa sempre foi uma porta de entrada para turbas flagelados pelos infortúnios ocorridos nas suas longínquas fronteiras.
2. Os europeus são o produto da caldeação de povos há muito tempo enredados em ideologias e movimentos políticos regionais, orquestrados por uma burguesia monopolista e governantes apaniguados da mesma.
3. Alguns europeus já se aperceberam que a Europa - de comunidades várias a uma só voz - somente poderá cultivar uma solidariedade com crescimento equilibrado através de uma política orçamental e uma política externa próprias.
4. Porém, o espírito oligopolista burguês, apoiado numa minoria que controla os bens de produção, apenas está interessado em fomentar organismos burocráticos que curam de minudências dando azo a que, nas regiões de pouco recursos, as economias mais robustas imperem.
5. O recente sistema presidencial, obviando o acesso ao topo da comunidade de Chefes de Estado de países de menor dimensão (regional/populacional), unicamente expressa o interesse da burguesia dominante que - à semelhança de um Barroso (PT), um Juncker (LU), um Rompuy (BE) ou um Tusk (PL) - não representam um desafio aos seus diktats.
6. As democracias nominais terão que passar por uma renovação de mentalidades, uma sociedade civil mais forte, uma cidadania mais consciente e adversa ao cultivado subsídio-dependentista corruptível.
7. Sem dúvida que a prática cooperativista é a grande escola que urge fomentar para a construção de uma comunidade mais sã e justa.
Nau
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