quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Nº. 1027 - Luta Popular
1. Ao contrário de muitos pseudos monárquicos que apenas sabem censurar aquilo que os outros fazem ou não fazem sem uma ideia construtiva, o PCTP/MRPP analisa factos e avança com soluções.
2. O regime político vigente soçobra enredado na corrupção a todos os níveis, manipulado por plutocratas e conluios internacionais de inspiração burguesa, tendo por recurso uma minoria "salvadora" que se presume imprescindível.
3. Exaustivamente se faz passar a ideia que o acto eleitoral é a expressão da democracia por designar uma opção por pendência ou escolha de alguém para ocupar um cargo ou desempenhar funções na comunidade.
4. Porém, a liberdade ou faculdade de escolha, sendo um direito, presume uma responsabilidade conscientemente assumida que apenas o cooperativismo cultiva ao motivar a união de pessoas com fins e interesses comuns.
5. O centralismo democrático leninista, organizando discussões temáticas no seio do partido e dando azo à constituição de facções neste, extrapolando as mesmas para as estruturas produtivas, peca somente pelas divergências das bases não serem saudáveis quando colidem com o vértice da pirâmide.
6. Logo, a opção CMC é essencialmente pedagógica, exercitando o diálogo e o consenso entre os associados na defesa dos interesses comuns, tendo presente que aos partidos cabe a função doutrinária - mais Estado ou menos Estado - dilema que alimenta paixões mas não coarcta o pragmatismo cooperativista.
7. Entretanto, o PCTP/MRPP, galhardamente, prossegue no bom combate denunciando injustiças, dando relevo às lutas dos trabalhadores, sejam estas do Metropolitano, da CP, da TAP, etc., pelo que, para manter uma sanidade mental escorreita lê, divulga e comenta lutapopular@pctp/mrpp.org.
Nau
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