terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Nº. 1111 - RAC
1. Terminei o apontamento de ontem aventando a hipótese de férias conjuntas de amigos ser organizada numa propriedade rural pertença de um dos familiares.
2. Este projecto até poderá ser ambivalente porquanto alivia o proprietário do peso de uma exploração agrícola; permite aos veraneantes uma aprendizagem ao vivo do que é um empreendimento rural.
3. A criação de um ciberespaço onde se tornam possíveis os encontros de várias pessoas interessadas nas novas tecnologias; onde se manifestam as capacidades de trabalho de cada indivíduo, etc., será uma excelente base para um desenvolvimento cooperativista.
4. Quem trabalha no duro procura, nas horas de lazer, desfrutar de um ripanço supostamente reparador, mas tal é mera suposição dado que o enriquecimento físico (energias) e intelectual (novos conhecimentos) é a alternativa realmente compensadora.
5. Trabalho burocrático; lutas contra a incompreensão e/ou má vontade de alguns membros; desalento de alguns; sornice (até dos mais chegados) e intrigalhismo habitual são práticas inevitáveis na gestação de uma unidade cooperativa.
6. O encolher d ombros é sinónimo de desistência e esta é prenúncio de frustrações arrasadoras, pelo que o alardear de cooperativas que apenas auferem o título e escamoteiam a prática só é possível por negligência deliberada dos associados.
7. Vamos à luta!.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário