segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Nº. 710 - Doutrina Cooperativa


1. Da conversa havida com uma passageira em trânsito por um aeroporto de uma grande capital europeia, da qual fiz uma breve introdução na última semana, restam ainda algumas mágoas.

2. Longas palestras tínhamos tido em grupo, num passado recente, acerca da reforma das mentalidades, da globalização, do avanço tecnológico, enfim de vários temas fracturantes porquanto nada é tabu para os cooperativistas monárquico-comunalistas.

3. Sem dúvida que o amor excessivo ao bem próprio, sem consideração pelos interesses alheios faz parte da natureza humana, mas pedra-de-toque da classe burguesa que enche a boca com as paçlavras liberdade, igualdade, fraternidade e estado de direito por mera conveniência.

4. Os copiosos mercaos como, por exemplo, o estadunidesnse permitem a coexistência de grandes empreendedores, serventuários diligentes, gente endinheirada - mas também muita exclusão social - conseguindo a produção e escoamento dos seus produtos equilibradamente.

5. Já no final da guerra 1914-18 o Presidente Wilson dos Estados Unidos da América do Nortesugerira a formação de um grande mercado europeu, sem barreiras alfandegárias regionais, mas foi necessário uma segunda guerra fratricida para tal hipótese ser ensaiada.

6. Falta à intelligentsia europeia empunhar o gládio do cooperativismo comunalista e enfrentar tanto os socialismos burocráticos (centralizadores e deshumanizados), como os liberalismos de cariz timocrático (de grupos de pessoas élitistas com interesses e atributos semelhantes) a fim de construir uma comunidade mais justa e saudável.

7. A margamente comentava a nossa correligionária africana: perdera a fé em Deus na esperança de um ressurgimento do homem responsável (pelos seus actos e pelos de outrm) mas o espírito burguês tudo sobreleva e avassala na decadente civilização europeia.

Nau

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