domingo, 6 de outubro de 2013

Nº. 688 - Portal Comunalista


1. Para os comunalistas, os quase 60% de abstenção no último acto eleitoral relativo ao poder autárquico foi muito penoso.

2. Tal facto evidencia uma insofismável vitória oligárquica na via para um maior centralismo burocrático, tão do agrado dos partidos do arco governamental.

3. À minoria que controla os bens de produção econdiciona as iniciativas partidárias tal centralismo burocrático é vantajoso por obviar o contacto directo com a ralé.

4. Por outro lado, os partidos (com fundamentos doutrinários convenientemente metidos na gaveta) o centralismo permite a domesticação do poder autárquico, tanto pela via clubística (vulgo, partidária), como pelas contemplações financeiras.

5. Sem as ditas preocupações doutrinárias, os partidos actuam como meras associações onde se discute negócios, se distribue prebendas e sinecuras, colocando-se o interesse do clube acima dos mais.

6. Volto a sublinhar: os socialistas almejam por uma sociedade sem classes sociais mas, quanto mais tarde, melhor; os sociais-democratas advogam a redistribuição da riqueza apropriando-se convenientemente da dita; os comunistas assumem-se como meros fideístas; os neo-liberais cultivam o individualismo.

7. Urgente é motivar os comunalistas criteriosos a expulsar dos órgãos autárquicos o clubismo impante que por lá grassa como erva daninha.

Nau

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