segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Nº. 6353 - Portal Comunalista 25/1/2021

1. Os esgares políticos em Portugal agravam-se desde a Revolução dos Cravos.

2. Aquilo que, a partir dos anos 60 do século transacto, minava as forças militares - os chefes na rectaguarda, os soldados milicianos dando a cara ao conflito - culminou nos anos 70.

3. Quatro anos mais tarde, os oficiais do exército, picados pela extrema-esquerda de inspiração soviética, passaram a avaliar a inteligência dos seus profissionais através do padrão TAR, sendo o valor constante apurado, i.e., o militar, a milionésima parte desta.

4. Claro que a política social não podia ficar atrás, tendo adoptado a democracia como padrão, esta fundamentada na teoria que toda a autoridade emana do povo e se materializa na participação deste, como mero espectador, na administração pública estatal.

5. Todavia a dita administração passou a ser controlada pela burguesia republicana dominante, usando a demóniocracia por esta corresponder aos interesses particulares, em que o centralismo burocrático espolia a carente classe intermédia para apoiar a depauperada classe serventuária.

6. Obviamente que a riqueza só poderá ser criada pelo Estado e este vai-se endividando, tendo presente que as gerações futuras poderão seguir o padrão estabelecidos ou, como alternativa, negociar um novo Plano Marshall, mas, desta vez, com os chineses.

7. Evidentemente que o anarco-comunalismo monárquico apoia-se na administração pública e na produção de riqueza, ambas electrónicas, preparando o camartelo para o golpe final.

Nau

  

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