1. O presidente da República é a autoridade máxima do Estado, este tido como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante.
2. Nas repúblicas presidencialistas, o presidente é eleito por um colégio eleitoral, formado este por representantes de estados associados, tal como ocorre na América do Norte, na berra devido ao período do cio.
3. O cargo de presidente de República é tão importante que até a Suíça substituiu este por um conselho de sete membros, com a vantagem, caso fosse adoptado em Portugal, o pagamento de mais sete ordenados políticos, satisfazendo a gula pantagruélica de novos clientes.
4. Claro nas repúblicas mais progressistas (expl., Coreia do Norte) o presidente é vitalício e hereditário, parodiando as monarquias absolutistas, com o auxílio de uma organização parlamentar burocrática, tão eficiente como a do Maduro a cair de podre.
5. Por outro lado, estando os poderes concentrados no ramo executivo do Estado, o presidente da república actua como mero representante cerimonial e diplomático da nação à sombra de um parlamento subordinado aos critérios do primeiro-ministro, tal como ocorreu em Portugal durante mais de 40 anos.
6. Optando o anarco-comunalismo monárquico por um Rei consensual, hereditário e vitalício, a liberdade é proporcionada por comunidades de génese tradicional, inspiradas na autogestão cooperativista.
7. Tanto a subsistência como a produção industrial, ambas electrónicas, permitem ao homem atingir a almejada liberdade - agir responsavelmente por seu livre arbítrio.
Nau
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