sábado, 23 de janeiro de 2021

Nº. 6351 - Fim de Semana 4 23/1/2020

1. A democracia, em toda a história antiga e moderna vale apenas para uma minoria dominante constituída por grupos de pessoas mais poderosas, tanto na política, como nos recursos materiais, dando azo às "democracias populares" do leste europeu, bem como às timocracias do tipo norte-americano.

2. Registámos que "A Monarquia Portuguesa" mantém o seu compromisso na defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, etc.,  porém, na Monarquia não há Estado, pois, a ideia sublime de Reino compreende as comunidades em autogestão cooperativista.

3. Sendo o homem um animal gregário, o espaço geográfico onde se movimenta condiciona as atitudes assumidas em que a insegurança, a surpresa e a força de cada um é posta à prova.

4. O consenso é mais salutar que o confronto, mas, por vezes, a surpresa e/ou o medo dá azo a atitudes irracionais, subestimando a cooperação ou descambando numa competição estritamente conflituosa.

5. Portugal, reconhecido como Reino em 1143, tem por soberano consensual o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, aguardando este que a burguesia republicana dominante e o respectivo reduto, i.e., o Estado deplorável em que nos encontramos, caia o mais rapidamente possível.

6. "Receita para fazer uma estrela. Primeiro misturam-se os ingredientes com redobrados cuidados: Hidrogénio e Hélio, e alguns metais pesados. Vai-se acrescentando massa (como se fizesse pão) até que chega o momento em que esta entra em combustão e começa a brilhar e está a estrela pronta a usar". José de Sousa Braga dixit.

7. A burguesia republicana dominante controla a prosperidade económica das comunidades tendo por reduto o Estado, organismo político-administrativo regido por normas jurídicas de conveniência da dita burguesia.

Nau


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