1. O anarco-comunalismo monárquico opõe-se a todo o tipo de jerarquia e dominação.
2. A orientação administrativa - quer referente ao poder centralizador, quer ao conjunto de pessoas associadas - tende a cair nas mãos de minorias determinadas em aproveitar ao máximo as circunstâncias momentâneas em benefício próprio.
3. Todas as vias - políticas, económicas, sociais e culturais - servem para atrair clientelas entregando estas a defesa dos seus interesses a pessoas que, não sendo parte directa numa causa, podem tirar desta substancial proveito.
4. As instituições religiosas, oferecem linimento espiritual a pessoas carenciadas; os agrupamentos de trabalhadores alegam defesa dos seus interesses profissionais através de sindicatos; a classe de pessoas que exercem uma actividade legalmente sujeita a determinados preceitos cobram dividendos; os projectos de transformação social e quejando dão acesso às cadeiras do poder.
5. Tendo em vista a constituição de uma comunidade mais sã e justa baseada na cooperação e, sobretudo, na ajuda mútua, as unidades cooperativas são a távola ao redor da qual amesendam várias pessoas interessadas numa reforma de cariz radical.
6. A sociedade libertária almejada pelo anarco-comunalismo monárquico tem por fundamento o espaço geográfico tradicional de residência optativa, bem como uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas, garantindo uma subsistência e adequada assistência individual.
7. Numa progressiva globalização, Portugal, país-arquipélago, terá por referência a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, símbolo libertário obviador de querelas sectárias.
Nau
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