1. Segundo alguns, a autoridade impõe-se pela força das circunstâncias. Todavia, os grupos que participam nas relações de poder, mor parte das vezes, por interesses particulares, evocam sistematicamente razões legais.
2. O presidente da república é a autoridade máxima do estado, este tido como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante. O cargo de presidente da república é tão importante que até a Suíça substituiu este por um conselho de sete membros, com a vantagem, caso fosse adoptado em Portugal, do pagamento de mais sete ordenados ter a função de satisfazer a gula de nova clientela.
3. Preconizando a administração pública e a produção industrial numa dinâmica electrónica, dentro em breve a subsistência bem como a assistência individual será progressiva e globalmente assegurada, cabendo ao homem a responsabilidade dos seus actos, tal como é defendido pelo anarco-comunalismo monárquico.
4. Todavia o que importa é perscrutar o futuro, com base nas novas tecnologias, as quais prometem aligeirar o trabalho penoso que envenena, física e mentalmente, a maioria da população que, através da multiplicação das unidades cooperativas, poderá conciliar o diálogo entre associados carentes, sem móbil sectário, num comunalismo anarquista.
5. "Mimos para Elisa: elisa tem ancas gordas e braços carnudos. elisa gosta de telefonar ao noivo, sentada no sofá, com o joãozinho à beira, marca o número e diz: elisa sim meu bem. entretanto o joãozinho mete os dedos por baixo da saia de elisa, mete as mãos, mete os braços..." Alberto Pimenta dixit.
6. O anarco- comunalismo monárquico assenta numa subsistência individual e prosperidade económica, ambas fundamentadas na cooperação e, sobretudo no incontestável progresso electrónico.
7. Só a multiplicação das unidades cooperativas poderá garantir um comunalismo autentico de fundamento libertário.
Nau
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