domingo, 31 de janeiro de 2021

Nº. 6359 - Psyche 31/1/2021

1. Sendo uma impressão desagradável ou penosa, proveniente de lesão, confusão ou estado anómalo do organismo, ou de uma parte deste, a dor é tida como um sintoma de uma condição subjectiva.

2. Proteger-se de situações desagradáveis prejudiciais à saúde é de facto elementar, não dispensando, em caso de dúvida, a consulta a profissionais qualificados, de modo a assegurar melhor qualidade de vida.

3. O excesso de medicamentos ou descontrolados ensaios que, sem curar de modo assertivo, mitigam os padecimentos e criam lamentáveis dependências, não é aconselhável, podendo tal conduta levar à eutanásia, apressando o fim do paciente.

4. Tanto a dor nociceptiva causada pela estimulação de fibras sensoriais, como a dor neuropática que afecta parte do sistema em sentimentos descritos como alfinetadas, esfaqueamento ou queima periférica aguda, são ambas penosas.

5. Na psiquiatria, as dores causadas por factores mentais, aparentemente fora da realidade, tornam-se crónicas, embora acompanhadas por terapêutica adequada, chegando a apresentar atenuantes e até sucesso em alguns casos.

6. As dores físicas poderão ser igualmente provocadas pelo consumo de drogas, aparentemente inofensivas, tal como o tabaco ou os excessos no consumo de bebidas alcoólicas, bem como nos exageros pantagruélicos.

7. Grande parte das dores físicas e/ou espirituais, desde a noite dos tempos, têm sido acompanhadas por sacerdotes, investigadores científicos, feiticeiros e até ministros da saúde pública.

Nau

sábado, 30 de janeiro de 2021

Nº. 6358 - Fim de Semana 5 30/1/2021

1. Votar é deliberar através de voto em reunião de pessoas. Indigitados por chefes sectários, pretendem estes que os subordinados seus eleitos sejam meros porta-vozes de estratagemas que lhes darão acesso às cadeiras do poder.

2. Tendo a administração pública passado a ser controlada pela burguesia republicana dominante, usando a demóniocracia por esta corresponder aos interesses particulares, em que o centralismo burocrático espolia a carente classe intermédia para apoiar a depauperada classe serventuária.

3. A inteligência artificial é um ramo da engenharia que, baseado em sistema computadorizado, procura construir instrumentos destinados a agilizar a vida humana.

4. Máquinas sofisticadas, capazes de realizar acções de forma autónoma, libertarão o homem do trabalho penoso, tanto da administração pública, como da produção industrial, ambas electrónicas, garantindo a subsistência do homem.

5. Diogo Araújo Dantas declara-se monárquic por acreditar ser esta a melhor solução política para um país que deixou de crer na eficácia de valores (presumívelmente pelo aumento da dívida pública) ganhando em ominosa corrupção.

6. "Paz: Falando ao pé de ti, depois de tudo justificado como o instinto mandou, ouço, nesta nudez, a força que te dobrou, serena, dizer quem és e quem sou". Miguel Torga dixit.

7. Só a multiplicação das unidades cooperativas nas comunidades afins robustecerão o comunalismo monárquico, dirimindo a competição doentia.

Nau

sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

Nº. 6357 - Luta Popular

1. Lutar por lutar, que lute a burguesia republicana dominante pela sua sobrevivência.

2. Monarquia significa uma só autoridade, isto é, a vontade popular, única força capaz, segundo o anarco-comunalismo, de actuar para o bem comum.

3. Sendo a lei uma norma jurídica, geral e obrigatória, destinada a proteger as minorias, só estas têm a capacidade e os meios para a contornar no seu benefício.

4. O estado deplorável em que nos encontramos, manipulado por Trumps, Putins, Xi-Jingpins e quejandos, controlam a produção e a distribuição de bens e serviços excelsos para as minorias.

5. Realidades de conveniência minoritária, ora através de uma competição  desenfreada, ora impondo uma economia de acentuado cariz centralizador, medram pelo Planeta Azul.

6. Só a multiplicação das unidades cooperativas nas comunidades afins robustecerão o comunalismo monárquico dirimindo a competição doentia.

7. A administração pública e a produção industrial, ambas electrónicas, avizinham-se.

Nau

 

quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Nº. 6356 - Prelo Real 28/1/2021

 

                              Paz


          Calado ao pé de ti, depois de tudo

        Justificado

        Como o instinto mandou,

        Ouço, nesta nudez,

        A força que te dobrou,

        Serena, dizer quem és

        E quem sou.


                                  Miguel Torga

quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Nº. 6355 - RAC Monárquico 27/1/2021

1. Ontem, às 6 horas e 51 minutos, Diogo Araújo Dantas acordou declarando que, desde a sua juventude, fora um monárquico muito activo.

2. Criara o primeiro ‘blog’ e o primeiro fórum monárquico português na ‘internet’, passando por muitas associações e institutos ao serviço da causa monárquica.

3. Segundo confessa, durante uma década resistiu às condições adversas da estação fria, tendo caído num estado de sonolência, eventualmente para não competir com o primeiro-ministro Costa.

4. Declara-se monárquico por acreditar ser esta a melhor solução política para um país que deixou de crer na eficácia, perdendo valores (presumivelmente pelo aumento da dívida pública), ganhando em ominosa corrupção.

5. Todavia é monárquico porquanto o país atravessa um período difícil da civilização, pelo que só um povo unido pela história de altos e baixos, poderá sobreviver e renascer para a igualdade e liberdade.

6. Ora a receita, segundo Diogo Araújo Dantas, é voltar à vaca-fria, isto é, à monarquia constitucional dos países evoluídos e ricos da Europa, embora esta não tivesse resultado no passado e não sejamos um país rico.

7. Só a multiplicação das unidades cooperativas e o anarco-comunalismo monárquico, em consonância com uma administração pública e uma produção industrial, ambas electrónicas, poderão pôr cobro à ditadura da burguesia republicana dominante.

Nau

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

Nº. 6354 - Doutrina Cooperativista 26/1/2021

1. A inteligência artificial é um ramo da engenharia que, baseado em sistemas computorizados, procura construir instrumentos destinados a agilizar a vida humana.

2. Máquinas sofisticadas, capazes de realizar acções de forma autónoma, libertarão o homem do trabalho penoso, tanto da administração pública, como da produção industrial, ambas electrónicas, garantindo a subsistência do homem.

3. Residências verticais, como colmeias, ou lineares, meramente multicelulares, permitirão ao homem dispor de centros de convívio, de prática desportiva, de investigação científica e/ou cultural, dado que estes jamais serão orientados para a formação de maiorias subservientes.

4. Possivelmente devido à célere multiplicação do género humano, os mais aventureiros procurarão estabelecer colónias em outros planetas, com idênticas possibilidades de bem-estar e dispondo sempre de acesso a fontes de informação e cultura até ao fim dos seus dias.

5. Sistemas individuais de comunicação/tradução linguística automáticos permitirão o diálogo ao vivo, aproximando os povos do Planeta Azul, sem comprometer a racionalidade dos espaços geográficos tradicionais, nem tão-pouco o espírito sublime de Reino das comunidades afins. 

6. A figura consensual do Rei, hereditário e vitalício, manter-se-á como representante dos diferentes reinos e espaço interestelar.

7. O sistema cooperativo robustecer-se-á na linha do pensamento anárquico-comunalista monárquico.

Nau



segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Nº. 6353 - Portal Comunalista 25/1/2021

1. Os esgares políticos em Portugal agravam-se desde a Revolução dos Cravos.

2. Aquilo que, a partir dos anos 60 do século transacto, minava as forças militares - os chefes na rectaguarda, os soldados milicianos dando a cara ao conflito - culminou nos anos 70.

3. Quatro anos mais tarde, os oficiais do exército, picados pela extrema-esquerda de inspiração soviética, passaram a avaliar a inteligência dos seus profissionais através do padrão TAR, sendo o valor constante apurado, i.e., o militar, a milionésima parte desta.

4. Claro que a política social não podia ficar atrás, tendo adoptado a democracia como padrão, esta fundamentada na teoria que toda a autoridade emana do povo e se materializa na participação deste, como mero espectador, na administração pública estatal.

5. Todavia a dita administração passou a ser controlada pela burguesia republicana dominante, usando a demóniocracia por esta corresponder aos interesses particulares, em que o centralismo burocrático espolia a carente classe intermédia para apoiar a depauperada classe serventuária.

6. Obviamente que a riqueza só poderá ser criada pelo Estado e este vai-se endividando, tendo presente que as gerações futuras poderão seguir o padrão estabelecidos ou, como alternativa, negociar um novo Plano Marshall, mas, desta vez, com os chineses.

7. Evidentemente que o anarco-comunalismo monárquico apoia-se na administração pública e na produção de riqueza, ambas electrónicas, preparando o camartelo para o golpe final.

Nau

  

domingo, 24 de janeiro de 2021

Nº. 6352 - Eleições 24/1/2021

 1. Votar é deliberar através de voto em reunião de pessoas.

2. Todavia, quer a votação para delegados a uma assembleia política, quer para uma eleição presidencial, são ambas, trapaça eleitoreira.

3. Indigitados por chefes sectários, pretendem estes que os eleitos sejam porta-vozes de estratagemas que lhes darão acesso às cadeiras do poder.

4. Os candidatos presidenciais, embora comprometidos com determinada facção partidária, apresentam-se como virginais apolíticos, representantes mesmo daqueles que se abstiveram.

5. Certas palavras, designando o espaço geográfico, residencial optativo, representam uma tradição de agrado preferencial, dispensando actos eleitoralistas.

6. Abre-se aqui um parêntesis para sublinhar que, embora residente no estrangeiro, poderei manter-me espiritualmente firme no espaço geográfico preferencial, i.e., o meu país.

7. Votar em chefes partidários, tanto para a assembleia política, como para uma eleição presidencial, nunca em tempo algum, passado ou futuro.

Nau

sábado, 23 de janeiro de 2021

Nº. 6351 - Fim de Semana 4 23/1/2020

1. A democracia, em toda a história antiga e moderna vale apenas para uma minoria dominante constituída por grupos de pessoas mais poderosas, tanto na política, como nos recursos materiais, dando azo às "democracias populares" do leste europeu, bem como às timocracias do tipo norte-americano.

2. Registámos que "A Monarquia Portuguesa" mantém o seu compromisso na defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, etc.,  porém, na Monarquia não há Estado, pois, a ideia sublime de Reino compreende as comunidades em autogestão cooperativista.

3. Sendo o homem um animal gregário, o espaço geográfico onde se movimenta condiciona as atitudes assumidas em que a insegurança, a surpresa e a força de cada um é posta à prova.

4. O consenso é mais salutar que o confronto, mas, por vezes, a surpresa e/ou o medo dá azo a atitudes irracionais, subestimando a cooperação ou descambando numa competição estritamente conflituosa.

5. Portugal, reconhecido como Reino em 1143, tem por soberano consensual o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, aguardando este que a burguesia republicana dominante e o respectivo reduto, i.e., o Estado deplorável em que nos encontramos, caia o mais rapidamente possível.

6. "Receita para fazer uma estrela. Primeiro misturam-se os ingredientes com redobrados cuidados: Hidrogénio e Hélio, e alguns metais pesados. Vai-se acrescentando massa (como se fizesse pão) até que chega o momento em que esta entra em combustão e começa a brilhar e está a estrela pronta a usar". José de Sousa Braga dixit.

7. A burguesia republicana dominante controla a prosperidade económica das comunidades tendo por reduto o Estado, organismo político-administrativo regido por normas jurídicas de conveniência da dita burguesia.

Nau


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Nº. 6350 - Luta Popular 22/1/2021

1. A luta pela transformação social tem por fundamento o cooperativismo.

2. Todavia, a cooperação não se limita a uma confluência de forças e de meios para algum fim.

3. Sem dúvida que a tendência para a formação de grupos proporciona o confronto de ideias, de opiniões e conceitos, tendo por objecto a solução de problemas existenciais.

4. O conjunto do que é preciso para sustentar a vida prevalece visto que tudo que aspiramos - intelectual ou esteticamente - alimenta o espírito que não o estômago.

5. A burguesia republicana dominante controla a prosperidade económica das comunidades tendo por reduto o Estado, organismo político-administrativo regido por normas jurídicas de conveniência da dita burguesia.

6. Por conseguinte, apenas a progressiva administração pública e a produção da riqueza global, ambas electrónicas, poderão erradicar a exploração do homem comum pela minoria burguesa oportunista.

7. O anarco-comunalismo monárquico fundamenta-se no progresso electrónico e no espaço geográfico tradicional de residência optativa, bem como na figura consensual do rei, hereditário e vitalício.

Nau


quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Nº. 6349 - Prelo Real 21/1/2021


                         Receita para fazer uma estrela


                     Primeiro misturam-se os ingredientes

                     Com redobrados cuidados:

                 Hidrogénio e Hélio

                 E alguns metais pesados


                Vai-se acrescentando massa

                (é como se fizesse pão)

                Até que chega o momento

                Em que esta entra em combustão


                E começa 

                A brilhar


                E está a estrela

                Pronta a usar.


                            José de Sousa Braga



   

              

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Nº. 6348 - RAC Monárquico 20/1/2021

1. Voltamos a registar um número razoável de visitantes, embora estes continuem a entrar mudos e a sair calados.

2. Como anarquistas, denunciamos como absurdo a imposição do credo democrático uma vez que tal se resume na delegação do poder de decisão a terceiros, estes nomeados por chefes sectários.

3. Insistimos na multiplicação das unidades cooperativas porquanto é nestas que se reforça a prática da autogestão, bem como o diálogo entre os associados, única via para a consolidação de saudáveis comunas.

4. Avançando progressivamente para uma administração pública e uma produção de riqueza global, ambas electrónicas, a liberdade de agir ou não agir por seu livre arbítrio é o triunfo do anarco-comunalismo.

5. Portugal, reconhecido como Reino em 1143, tem por soberano consensual o Duque de Bragança, Dom Duarte Pio, aguardando este que  a burguesia republicana dominante e o respectivo reduto, i.e., o Estado deplorável em que nos encontramos, caia o mais rapidamente possível.

6. Entretanto, muitos blogs monárquicos, à semelhança da "Plataforma de Cidadania Monárquica", entretêm-se a publicar fotografias de heróis do passado, sendo parco o justificativo acerca da sua opção monárquica.

7. Hegemonias espúrias continuam por todo o planeta Terra, a ser ensaiadas quando o mais importante será a colonização de planetas adequados ao excedente populacional da Terra.

Nau


terça-feira, 19 de janeiro de 2021

Nº. 6347 - Doutrina Cooperativista 19/1/2020

1. O campo social é frequentemente perturbado por egoísmos, lascívia e fome de poder.

2. Afirmações pessoais, necessidades fisiológicas e o medo ganham, por vezes, proporções desmesuradas que o particular extravasa para o universal em vagas desastrosas.

3. Sendo o homem um animal gregário, o espaço geográfico onde se movimenta condiciona as atitudes assumidas em que a insegurança, a surpresa e a força de cada um é posta à prova.

4. O consenso é mais salutar que o confronto, mas, por vezes, a surpresa e/ou o medo dá azo a atitudes irracionais, subestimando a cooperação ou descambando numa competição estritamente conflituosa.

5. Claro que a existência fundamenta-se na incontornável subsistência que o acaso permite ao homem acomodar-se ou forçosamente aventurar-se para o desconhecido.

6. Todavia, a natural cooperação é mais eficaz do que a arrogância de se afirmar campeador o que o obrigará a uma vigilância pessoal constante e, sobretudo, desgastante.

7. O futuro poderá ser mais equilibrado graças a uma gestão administrativa e uma produção de riqueza de fundamento electrónico e consolidação anarco-comunalista.

Nau

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Nº. 6346 - Portal Comunalista 18/1/2021

1. Na ronda pelo Sapo.pt deparámo-nos com a "Imagem do Infante D. Augusto, Duque de Beja", edição do Blog Real, porém não nos debruçámos acerca das  "Notícias sobre o estado de saúde do mesmo" que presumimos não ser nada bom.

2. "Uma pergunta apenas..." no blog "Corta-Fitas", de José Mendonça da Cruz, ficámos pelo comentário de Ana, denunciando esta a incompetência do Costa, que nos trouxe à memória o político Afonso Costa ao qual se dedicou a seguinte quadra: "um Costa matou o rei, outro Costa o presidente, só não há um Costa que do Costa livre a gente".

3. Registámos que "A Monarquia Portuguesa" mantém o seu compromisso na defesa da sua democracia, do seu Estado de Direito, etc. e tal. Porém, na Monarquia não há Estado, pois, a ideia sublime de Reino compreende as comunidades em autogestão cooperativista.

5. "O último Rei de Portugal sucumbiu ontem (3 de Julho de 1933) inesperadamente, às 14 e meia horas, na sua residência de Fullwell Park". R.I.P, ressuscitá-lo não há ninguém que o possa fazer. Viva Dom Duarte II.

6. No dia em que completou 75 anos de idade (15 de Maio de 2020) Dom Duarte Pio, numa conversa com Júlia Pinheiro da TV, declarou que não tem ordenado, mas desconta para a segurança Social como qualquer cidadão.

7. Até a Wikipédia, enciclopédia livre, sabe que Duarte Pio de Bragança é o herdeiro da Coroa de Portugal.

Nau

domingo, 17 de janeiro de 2021

Nº. 6345 - Psyche 17/1/2021

1. Qualquer som articulado, dom natural da fala, exprime uma mensagem cuja significação depende do assunto em curso e até da categoria social dos dialogantes.

2. Há uns bons oitenta anos, um camponês da região de Tomar, ao dialogar com alguém de nível superior, referindo-se à morte de um suíno diria: lá na minha terra, com sua licença, mata-se o porco...

3. O facto de falar em suínos na presença de uma pessoa tão distinta, obrigava-o a uma atenção respeitosa no abate descritivo de um suíno cuja carne e órgãos interiores seriam conservados em salgadeiras, por carência de arcas congeladoras.

4. A democracia, em toda a história antiga e moderna vale apenas para uma minoria dominante constituída por grupos de pessoas mais poderosas, tanto na política, como nos recursos materiais, dando azo às 'democracias populares' do leste europeu, bem como às timocracias do tipo norte-americano.

5. Todavia, a partir da Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, a palavra democracia passou a andar na boca de todo o mundo, com elevado agrado dos comunistas portugueses que alegadamente afirmavam ser a ditadura dos proletários em vigor na União Soviética a solução adequada para Portugal.

6. Claro que a política hegemónica do Tio Sam, bem como os interesses expansionistas da União Europeia não se adequavam à estratégia de leste, passando a palavra democracia a ser badalada pela burguesia republicana dominante.

7. Em suma: grupos de pessoas poderosas (tanto de esquerda, como de direita) pretendendo tomar de assalto o Estado deplorável em que nos encontramos, continuam a berrar numa histeria democrática impressionante.

Nau

 

sábado, 16 de janeiro de 2021

Nº. 6344 - Fim de Semana 3 16/1/2021

 1. Segundo alguns, a autoridade impõe-se pela força das circunstâncias. Todavia, os grupos que participam nas relações de poder, mor parte das vezes, por interesses particulares, evocam sistematicamente razões legais.

2. O presidente da república é a autoridade máxima do estado, este tido como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante. O cargo de presidente da república é tão importante que até a Suíça substituiu este por um conselho de sete membros, com a vantagem, caso fosse adoptado em Portugal, do pagamento de mais sete ordenados ter a função de satisfazer a gula de nova clientela.

3. Preconizando a administração pública e a produção industrial numa dinâmica electrónica, dentro em breve a subsistência bem como a assistência individual será progressiva e globalmente  assegurada, cabendo ao homem a responsabilidade dos seus actos, tal como é defendido pelo anarco-comunalismo monárquico.

4. Todavia o que importa é perscrutar o futuro, com base nas novas tecnologias, as quais prometem aligeirar o trabalho penoso que envenena, física e mentalmente, a maioria da população que, através da multiplicação das unidades cooperativas, poderá conciliar o diálogo entre associados carentes, sem móbil sectário, num comunalismo anarquista. 

5. "Mimos para Elisa: elisa tem ancas gordas e braços carnudos. elisa gosta de telefonar ao noivo, sentada no sofá, com o joãozinho à beira, marca o número e diz: elisa sim meu bem. entretanto o joãozinho mete os dedos por baixo da saia de elisa, mete as mãos, mete os braços..." Alberto Pimenta dixit.

6. O anarco- comunalismo monárquico assenta numa subsistência individual e prosperidade económica, ambas fundamentadas na cooperação e, sobretudo no incontestável progresso electrónico.

7. Só a multiplicação das unidades cooperativas poderá garantir um comunalismo autentico de fundamento libertário.

Nau

sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Nº. 6343 - Luta Popular 15/1/2021

1. A luta popular exige o fim dos esquemas de dominação (capitalistas, liberais, socialistas, etc.) guindando-se pela autogestão, esta fundamento do cooperativismo.

2. O capitalismo, sistema económico baseado na propriedade privada dos meios de produção e em mercados onde se compram e vendem mercadorias, além da força do trabalho, aproxima-se do fim.

3. Por outro lado, o liberalismo propondo uma actividade comercial sem qualquer restrição legislativa apoia-se, sempre que possível, nos organismos político-administrativos que ultrapassam os conceitos de nações politicamente organizadas.

4. Os socialistas, alegadamente defendendo a propriedade colectiva dos meios de produção e uma distribuição igualitária da riqueza, reservam para si o comando das operações que satisfazem plenamente os seus interesses particulares, bem como dos seus afilhados.

5. Impõem os comunistas a ditadura em nome dos proletários em que cada um, contribuindo segundo as suas capacidades, receberão segundo as suas necessidades, desde que façam parte dos quadros dirigentes.

6. Claro que o centralismo burocrático e piramidal ensaiado no Império Chinês não se limita a um confronto com o tio Sam, usando a república da Coreia do Note para as palhaçadas provocatórias.

7. O anarco-comunalismo monárquico assenta numa subsistência individual e prosperidade económica, ambas fundamentadas na cooperação e, sobretudo no imparável progresso electrónico.

Nau



 

quinta-feira, 14 de janeiro de 2021

Nº. 6342 - Prelo Real 14/1/2021

 

                          Mimos para Elisa


elisa. elisa tem ancas gordas e beiços carnudos.

elisa gosta de telefonar ao noivo, sentada no sofá, 

com o joãozinho à beira, marca o número e diz:

elisa sim meu bem. entretanto o joãozinho mete os

dedos por baixo da saia de elisa, mete as mãos,

mete os braços. elisa diz: sim meu bem. enquanto 

elisa se recosta, joãozinho mete a cabeça debaixo

das saias da elisa, e faz que sim, faz vivamente.

estes telefonemas com o noivo são tão longas! separaram-se

há pouco tempo. o noivo suplica: não

chores elisa. não suspire. a separação não será 

eterna. elisa acalma-se. joãozinho sai cá para fora.

elisa chega-se muito a ele. Joãozinho está agora

de pé. o noivo fala fala fala. pergunta: elisa

já comeste os bombons que te mandei minha

gulosa? elisa não responde. está com a boca cheia.

mesmo na conchinha do ouvido, muito suavemente,

o noivo chama-lhe gulosa. e outros mimos, outros.


                                                         Alberto Pimenta   


quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Nº. 6341 - RAC MONÁRQUICO 13/1/2021

1. Os blogues diários de redes interligadas versados em política monárquica à portuguesa, mormente descambam em rememorações do passado.

2. Um ou outro dá a conhecer as suas inclinações políticas, salientando o descrédito do regime vigente, branqueiam o passado, porquanto as reservas mentais quanto ao futuro são pesadas.

3. A maioria, contudo, procura consolidar a sua opção, recorrendo a citações de pessoas ilustres, abrilhantando o passado com a reprodução de textos e até de fotografias do início do século transacto.

4. Todavia o que importa é perscrutar o futuro, com base nas novas tecnologias, as quais prometem aligeirar o trabalho penoso que envenena, física e mentalmente, a maioria da população.

5. Evocam os liberais a iniciativa privada que numa competição sistemática moderam os preços no mercado consumidor e estimulam o investimento nas novas tecnologias, via segura para o progresso social.

6. Defendem os socialistas o controlo dos meios de produção e da repartição da riqueza através de um centralismo burocrático, designado por Estado, este mero reduto da burguesia republicana dominante.

7. Só a multiplicação das unidades cooperativas poderão conciliar o diálogo entre associados carentes, sem móbil sectarista, num comunalismo autenticamente anarquista.

Nau


terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Nº. 6340 - Doutrina Cooperativista 12/1/2021

1. O cooperativismo preconiza a associação de pessoas ou grupos para satisfação das necessidades sociais e culturais comuns.

2. Caminhando a administração pública e a produção industrial para uma dinâmica electrónica, dentro em breve a subsistência e a assistência individual será globalmente assegurada.

3. Fundamentalmente, ao homem caberá a responsabilidade dos seus actos que lhe permitirá agir por seu livre arbítrio, tal como é defendido pelo anarco-comunalismo monárquico.

4. Anarquista por deliberadamente pugnar pela destruição da alegada nação politicamente organizada, i.e., o Estado, embora este seja mero reduto da burguesia republicana dominante.

5. Comunalista por defender a prática de serviços reciprocamente prestados no interesse individual e colectivo, no âmbito de espaço geográfico tradicional de residência optativa.

6. Monárquico por reconhecer apenas a supremacia de uma só vontade, i.e., a vontade do povo, manifestada na multiplicação das unidades cooperativas, em que as decisões nestas são assumidas dialogando, os amesendados ao redor de uma távola redonda.

7. Portugal, país-arquipélago, tem por rosto a figura emblemática do soberano consensual, hereditário e vitalício, objector de sectarismos espúrios.

Nau

 

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Nº. 6339 - Portal Comunalista 11/1/2020

1. O presidente da República é a autoridade máxima do Estado, este tido como nação politicamente organizada e reduto da burguesia republicana dominante.

2. Nas repúblicas presidencialistas, o presidente é eleito por um colégio eleitoral, formado este por representantes de estados associados, tal como ocorre na América do Norte, na berra devido ao período do cio.

3. O cargo de presidente de República é tão importante que até a Suíça substituiu este por um conselho de sete membros, com a vantagem, caso fosse adoptado em Portugal, o pagamento de mais sete ordenados políticos,  satisfazendo a gula pantagruélica de novos clientes.

4. Claro nas repúblicas mais progressistas (expl., Coreia do Norte) o presidente é vitalício e hereditário, parodiando as monarquias absolutistas, com o auxílio de uma organização parlamentar burocrática, tão eficiente como a do Maduro a cair de podre.

5. Por outro lado, estando os poderes concentrados no ramo executivo do Estado, o presidente da república actua como mero representante cerimonial e diplomático da nação à sombra de um parlamento subordinado aos critérios do primeiro-ministro, tal como ocorreu em Portugal durante mais de 40 anos.

6. Optando o anarco-comunalismo monárquico por um Rei consensual, hereditário e vitalício, a liberdade é proporcionada por comunidades de génese tradicional, inspiradas na autogestão cooperativista.

7. Tanto a subsistência como a produção industrial, ambas electrónicas, permitem ao homem atingir a almejada liberdade - agir responsavelmente por seu livre arbítrio.

Nau  

domingo, 10 de janeiro de 2021

Nº. 6338 - Psyche 10/1/2021

1. Segundo alguns, a autoridade impõe-se pela força das circunstâncias.

2. Aquele que está presente e/ou atingido pelo poder alheio tem, como alternativa, a sujeição ou a rebeldia.

3. O domínio sobre outrem poderá ser fortuito ou cultivado nas modalidades: tradicional; carismática; legal.

4. Todavia, os grupos que participam nas relações de poder - mor parte das vezes, por interesses particulares - evocam razões legais, sistematicamente.

5. A doutrina político-social destruidora da autoridade fundamenta-se na cooperação, auxílio de forças e meios no intento solidário.

6. Manifesta é a posição do anarco-comunalismo monárquico assenta numa progressiva administração pública e produção industrial, ambas electrónicas e tendência universal.

7. A ideia sublime de Reino compreende a região geográfica tradicional de residência optativa e comunas afins.

Nau

sábado, 9 de janeiro de 2021

Nº. 6337 - Fim de Semana 9/1/2020

1. Dos jornais portugueses só nos interessa a necrologia de primeira página. Raros são os jornalistas que merecem a atenção pública, mor parte deles ao serviço do seu clube, digo, facção partidária.

2. A figura consensual do rei, hereditário e vitalício, obvia  disputas sectárias que tanto servem para liberais e socialistas se manterem no poder como serventuários do grande capital, na persecução doentia do lucro.

3. A multiplicação das unidades cooperativas é o recurso do anarco-comunalismo monárquico para mitigar o Covid-19 político.

4. Tendo em vista a constituição de uma comunidade mais sã e justa baseada na cooperação e, sobretudo, na ajuda mútua, as unidades são a távola ao redor da qual amesendam várias pessoas interessadas numa reforma de cariz radical.

5. A sociedade libertária almejada pelo anarco-comunalismo tem por fundamento o espaço geográfico tradicional de residência optativa, bem como uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas, garantindo uma subsistência e adequada assistência individual.

6. "O Guardador de Rebanhos: Eu nunca guardei rebanho, mas é como um pastor, conhece o vento e o sol e anda pela mão das Estações a seguir e a olhar...". Alberto Caeiro.

7. As doenças infecciosas (pandemia, tuberculose, sida, etc) aligeiram a carga populacional do planeta Terra, sendo tão perniciosa como os conflitos militares que se vislumbram no horizonte.

Nau

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Nº. 6336 - Luta Popular 8/1/2021

1. A paródia eleitoral norte-americana tem laivos salazarentos e, talvez por isso, seja considerada a maior democracia do planeta.

2. Em número de votantes é pouco provável que a democracia da América do Norte (U.S.A.) ultrapasse a democracia piramidal chinesa, embora sejam ambas, em estilo hollywoodesco, contundentes.

3. Sendo uma democracia praticada em múltiplos estados diversificados, a construção da engrenagem política dos EUA tem vantagem sobre a União Europeia pelo facto de se apoiar numa só língua oficial.

4. Todavia, à semelhança do que aconteceu em Portugal no início do século transacto, quando a predominância do francês era notória, hoje não há gato-sapato que não introduza pelo menos um anglicismo no seu discurso.

5. As doenças infecciosas (pandemia, tuberculose, sida, etc.) aligeiram a carga populacional do planeta Terra, sendo tão perniciosas como os conflitos militares que se vislumbram no horizonte.

6. O primeiro satélite artificial da Terra foi lançado no espaço pela União Soviética em 4 de Outubro de 1957. Três meses mais tarde os norte-americanos realizaram idêntica proeza,

7. Celebrando tais eventos, o "Corriero della Sera" de então parodiava o encontro dos dois satélites no espaço sideral saudando um "Dartvânia, továrish!", respondendo o outro, compreensivamente, "Auf wiedersehen Kameraden!".

Nau 

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Nº. 6335 - Prelo Real 7/1/2021


                    O Guardador de Rebanhos

                                      (Breve trecho)


               Eu nunca guardei rebanhos,

               Mas é como se os guardasse

               Minha alma é como um pastor,

               Conhece o vento e o sol

               E anda pela mão das Estações

               A seguir e a olhar.

               Toda a paz da Natureza sem gente

               Vem sentar-se a meu lado.

               Mas eu fico como um pôr de sol

               Para a nossa imaginação.

               Quando esfria no fundo da planície.

               E se sente a noite entrada

               como uma borboleta pela janela.


                                                  Alberto Caeiro

quarta-feira, 6 de janeiro de 2021

Nº. 6334 - RAC MONÁRQUICO 6/1/2021

 1. O anarco-comunalismo monárquico opõe-se a todo o tipo de jerarquia e dominação.

2. A orientação administrativa - quer referente ao poder centralizador, quer ao conjunto de pessoas associadas - tende a cair nas mãos de minorias determinadas em aproveitar ao máximo as circunstâncias momentâneas em benefício próprio.

3. Todas as vias - políticas, económicas, sociais e culturais - servem para atrair clientelas entregando estas a defesa dos seus interesses a pessoas que, não sendo parte directa numa causa, podem tirar desta substancial proveito.

4. As instituições religiosas, oferecem linimento espiritual a pessoas carenciadas; os agrupamentos de trabalhadores alegam defesa dos seus interesses profissionais através de sindicatos; a classe de pessoas que exercem uma actividade legalmente sujeita a determinados preceitos cobram dividendos; os projectos de transformação social e quejando dão acesso às cadeiras do poder.

5. Tendo em vista a constituição de uma comunidade mais sã e justa baseada na cooperação e, sobretudo, na ajuda mútua, as unidades cooperativas são a távola ao redor da qual amesendam várias pessoas interessadas numa reforma de cariz radical.

6. A sociedade libertária almejada pelo anarco-comunalismo monárquico tem por fundamento o espaço geográfico tradicional de residência optativa, bem como uma administração pública e produção industrial, ambas electrónicas, garantindo uma subsistência e adequada assistência individual.

7. Numa progressiva globalização, Portugal, país-arquipélago, terá por referência a figura consensual do rei, hereditário e vitalício, símbolo libertário obviador de querelas sectárias.

Nau

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Nº. 6333 - Doutrina Cooperativista 5/1/2021

 1. A Peste Negra, no século XV, dizimou cerca de 40% da população europeia.

2. A Revolução Industrial, no século XVIII, provocou a febre de lucro e acúmulo de capital, bem como a ascensão da burguesia republicana dominante.

3. A força do capital, no século XIX, robusteceu a timocracia que controla o Estado, este tido como nação politicamente organizada.

4. A cooperação e o apoio mútuo de várias pessoas, na segunda década do século XX, procurou combaterem os excessos do capitalismo e da respectiva burguesia.

5. A ideia liberal, bem como a socialista, ambas incentivam os seus sequazes a assenhorear-se do Estado, revezando-se no controlo deste, a título democrático.

6. A Pandemia Covid-19, viciosamente, favorece o robustecimento do autoritarismo das minorias que apadrinham o centralismo burocrático.

7. A multiplicação das unidades cooperativas é o recurso do anarco-comunalismo monárquico para mitigar a Covid-19 político.

Nau

segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Nº. 6332 - Portal Comunalista 4/1/2021

1. Com distâncias variáveis, sendo algumas continentais, mantemos um diálogo constante de desacordos e concertos que o escriba circunstante adopta ou adia para melhor esclarecimento. 

2. Para Norberto Bobbio, historiador do pensamento político italiano, nem todo o poder é sinónimo de autoridade, mesmo quando exercida como norma estabilizadora entre aqueles que participam da mesma relação social.

3. O poder paterno; o poder do mestre sobre o discípulo; o poder possível e/ou eficaz em determinada circunstância, será a faculdade de agir, física ou moralmente, por valimento próprio que não por mera dominação.

4. Claro que o poder público resultante das normas jurídicas gerais e obrigatórias ditadas pela burguesia republicana dominante, dentro em breve, se tornarão obsoletas devido ao progressivo avanço de uma organização administrativa e produção industrial, ambas electrónicas.

5. Todavia, o poder sem restrições ao colectivo pertence, sendo o desígnio deste a consolidação do Reino, espaço geográfico tradicional de residência optativa onde as comunas afins se robustecem pelo processo cooperativo.

6. A figura consensual do rei, hereditário e vitalício, obvia disputas sectárias, que tanto servem para liberais e socialistas se manterem no poder político como serventuários do grande capital, na prossecução doentia do lucro.

7. Em suma: o anarco-comunalismo monárquico é a expressão do Portugal descomprometido e a Monarquia a vontade do povo.

Nau


domingo, 3 de janeiro de 2021

Nº. 6331 - Psyche 3/1/2021

1. Dos jornais portugueses só me interessa a necrologia de primeira página.

2. Raros são os jornalistas que merecem a atenção pública, mor parte deles ao serviço do seu clube, digo, facção partidária.

3. Claro que no grupo de amigos de várias correntes - políticas, estéticas, profissionais, etc. - pontificam os que abominam tanto o sectarismo, como a abstrusa democracia.

4. Embora alguns economistas cantem loas à competição como motor do progresso e moderação de preços, o cartel entre empresas do mesmo ramo vicia o mercado.

5. Em qualquer dos casos, as minorias beneficiam da competição e desregulação dos mercados, obtendo amplo suporte da burguesia republicana dominante.

6. Todavia, muitos são aqueles que estão convencidos de que dar o seu voto a desconhecidos indigitados por corifeus partidários é o supra-sumo da democracia.

7. Cooperativismo é o movimento e a doutrina que impulsiona a organização das unidades cooperativas na resolução de problemas comuns dos associados.

Nau

sábado, 2 de janeiro de 2021

Nº. 6330 - Fim de Semana 1 2/1/2020

1. A vantagem do mercado intercontinental do Reino Unido, aparentemente, seria uma barreira à agressividade comercial do Império-chinês, obviando igualmente os problemas linguísticos que na União Europeia se verificam.

2. Todavia a prosperidade económica não se limita à produção e distribuição de bens, encontrando-se condicionada pelo meio ambiente - tudo que nos rodeia, respiramos e nos alimenta - bem como pelas políticas que levianamente abraçamos.

3. Autoritarismos encapotados condicionam a vida social humana que as revoluções agravam através de caudilhos aventureiros e/ou chefes sectários, na linha do pensamento de Maquiavel, em que as desavenças e as discórdias seriam meios convenientes a quem pretenda governar.

4. No cooperativismo, a autogestão e o apoio mútuo suscitam o diálogo entre os associados, ao redor da távola redonda onde amesendam, sem o cerimonial burguesoide.

5. Portugal, país-arquipélago de residência optativa e assistência individual será progressiva e digitalmente orientada num futuro próximo.

6. "Ano Novo: Recomeça... Se puderes sem angústia e sem pressa. E os passos que deres nesse caminho duro do futuro dá-os em Liberdade. Enquanto não o alcances não descanses. De nenhum fruto queiras só metade. E, nunca saciado, vai colhendo ilusões sucessivamente no pomar. Sempre a sonhar e vendo o logro da aventura. És homem, não esqueças! Só é tua a loucura onde, com lucidez, te reconheças". Miguel Torga dixit.

7. A alternativa para os portugueses libertários será a multiplicação das unidades cooperativas, na expectativa de uma administração pública e produção industrial, ambas digitalizadas.

Nau

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Nº. 6329 - Luta Popular 1/1/2o21

1. A democracia em Portugal tem largo número de apoiantes, a começar pelo PCP que até nos vetustos quadros manifesta saudades pela democrática União Soviética.

2. O Bloco do Louçã, digo, de Esquerda, parente pobre do PCP, tem hoje largo número de candidatos democratas para preencher os quadros da função pública, tornando-se deste modo um verbo de encher.

3. Claro que os democratas socialistas são um caso à parte, caindo para os dois lados, arte que o próprio Sócrates (entenda-se, o político luso) não teve a oportunidade do ensaiar, sendo injustamente criticado pelos seus pares.

4. O PPD/PSD oscila entre os democratas populares e os sociais-democratas, ambos com o olho no tacho, regozijando-se pelo facto da Troika que lhe fora dada pelos socialistas possa transformar-se em trocos a partilhar com os mesmos.

5. Empurrado para a direita, o centrismo democrata-cristão não tem Deus padre que o salve do horribilis trambolhão, pois nem a Iniciativa Liberal, nem os PAN eleitos dão a mão e/ou o trazeiro para os salvar.

6. Chega de sectarismos democráticos, pois mesmo com ventura inteligente, Portugal está a saldo no mercado internacional e na expectativa de um eventual Cavalo de Troia dos lados do Império Amarelo.

7. A alternativa para os portugueses libertários será a multiplicação das unidades cooperativas, na expectativa de uma administração pública e produção industrial, ambas digitalizadas.

Nau