segunda-feira, 23 de abril de 2018

Nº. 2348 - Portal Comunalista


1. A banca portuguesa, isto é, o conjunto de bancos nacionais, sofrem de um descrédito a nível internacional, levando o emigrante a recear o envio das suas economias para o seu torrão natal.

2. Tendo por actividade a guarda, empréstimo de dinheiro, transacções com títulos de crédito, etc., a banca portuguesa tem sido o coio de políticos despudorados e de padrinhos mafiosos.

3. Embora obtendo créditos no mercado internacional a custo moderado, os gestores de luva branca dos estabelecimentos bancários portugueses oneram os empréstimos com taxas incríveis, segundo a afectividade do cliente que não os expectáveis riscos.

4. Os encargos administrativos cobrados ultrapassam a mais criativa imaginação, ora por a conta do cliente não ser movimentada, ora por excesso de transacções, sistematicamente onerados por meros pareceres de corporações consultivas próprias.

5. Claro que os estabelecimentos bancários estatais não dispensam assessores para pelouros indefinidos, uma vez que os apaniguados das diferentes facções políticas carecerem de tratamento de natureza VIP.

6. A bancarrota, isto é, a quebra fraudulenta é sempre uma saída e justificativo para a criação de novos impostos, uma vez que o desemprego de administradores bancários tão qualificados significar fugida de capitais para paraísos distantes.

7. "Borgonha não há", como dizia o proprietário do restaurante galego, com toda a propriedade, ao referir-se à reserva de garrafas de vinho da Côte d'Or.

Nau

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