1. Bem visto, o poder político limita-se a estimular a produção e o rápido escoamento desta para um alegado aumento exponencial dos réditos públicos.
2. Obviamente que o programa é de total inspiração e controlo dos plutocratas, pois são estes que financiam tanto a função produtiva como a consumista, obtendo do lucro a parte de leão.
3. De facto é através do lucro que a burguesia hierarquizada mantém o seu domínio sobre a comunidade uma vez que o progresso está associado ao consumo que não à satisfação das necessidades básicas.
4. Porém o sector empresarial (tanto o fabril como o mercador) o bairro, a comuna, a cidade, etc. manifestam interdependências funcionais, susceptíveis de diluirem o poder sectário.
5. Logo, delegar o poder de decisão a terceiros e, sob a capa destes, agirem numa base de confiança e numa legitimidade absurda é tão-somente caprichar na manutenção do status quo.
6. Paulatinamente deverá ser privilegiado a autogestão e o autofinanciamento, porquanto são estas duas funções que capacitarão qualquer de nós a satisfazer, racionalmente, as nossas necessidades económicas, sociais e culturais.
7. A luta popular é simples apelo ao assumir de responsabilidades próprias, tal como tem sido sugerido pelo CMC.
Nau
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