sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Nº. 1890 - Luta popular


1. Os actuais monárquicos portugueses são uma espécie política envergonhada pela fragilidade, isto é, pouco aprofundamento das suas convicções.

2. Alardeando o seu apego às tradições lusas - embrulhadas num credo religioso bafiento - não passam de burgueses de meia tigela, manifestando-se apenas em grupos privados.

3. Com agilizados títulos académicos e apelidos vagamente sonantes, a dita espécie monárquica é a vergonha dos seus mestres, capados por vontade própria; vagamente liberais ou socialistas, de acordo com as circunstâncias.

4. O apelo de Paulo Especial no "www.monarquicos.com"  (ver apontamento 1834) continua sem qualquer resposta, por falta de transparência, de objectivos e de programas de acção, uma vez que cada grupelho se extingue a curto prazo por simples exaustão.

5. Definir princípios, metas e acções concertadas em vez de se arregimentarem em causas sem efeito, é passo de gigante num Portugal que definha sem rei e sem norte.

6. No nosso entender, a verdadeira democracia é praticada no seio de pequenas células cooperativas, isto é, grupos de pessoas que procuram satisfazer as suas necessidades económicas, sociais e culturais.

7. Bom é ter presente que o cooperativismo se pratica em todos os campos: artesanato, comercialização, consumo, crédito, cultura, ensino, habitação, pescas, produção agrícola, produção operária, serviços, solidariedade social e outras mais.

Nau


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