segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Nº. 1432 - Doutrina Cooperativista


1. As reformas sociais prometidas pelos partidos burgueses jamais se realizarão porquanto estes existem apenas para garantir vencimentos pecuniários e aposentações confortáveis aos seus apaniguados.

2. Sendo o esquema dos plutocratas o financiamento atido à produção e consumo, auferindo a partir de ambos largos proventos, o poder dos ditos plutocratas estende-se a todos os continentes e aos próprios Estados tidos como soberanos.

3. Porém, o estímulo ao consumo que os órgãos de comunicação social - gráfica, hertziana e telópticamente - veiculam incidem sobre os bens não-essenciais porquanto são estes que inundam os mercados sob patentes e licenças incontornáveis.

4. Alegadamente os Estados endividam-se para, através dos fundos obtidos por essa via, investirem na produção de riqueza, contudo parte dos ditos fundos são desperdiçados em obras e  projectos improfícuos, normalmente sem responsáveis apurados.

5. O voto anódino, isto é, totalmente irresponsável, continua a pretender justificar a democracia burguesa vigente, mesmo quando o número de eleitores dificilmente atinge os 50%, permitindo clubisticamente, o acesso às cadeiras do poder dos demagogos de cada facção.

6. Só o aumento em número das unidades cooperativas, como células eucariontes da comunidade, poderão criar uma rede social suficientemente forte para enfrentar os ímpetos dos plutocratas liberais ou dos burocratas socialistas.

7. O CMC significa solidariedade e autogestão; retoma da ideia peregrina de reino, sem discriminações socais, raciais ou religiosas; regresso do soberano hereditário por este obviar disputas partidárias no topo da comunidade.

Nau

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