sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Nº. 1415 - Fim de Semana 40


1. Justificar a opção monárquica, sem as críticas habituais, é a missão que se impõe a todos os que se assumem como defensores daquela doutrina política.

2. A maioria dos monárquicos pertence a dois grandes grupos: os simpatizantes (que da doutrina pouco sabem) e os pragmáticos, estes um tanto ou quanto hostis ao racionalismo e, sobretudo, ao pensamento sistemático. A ambos, no próximo acto eleitoral, recomendo o voto no PCTP/MRPP.

3. Para lá das necessidades básicas - subsistência e reprodução - o homem sente-se fascinado (encanto que perturba a razão) pelo exercício do domínio sobre algo que poderá ser da mesma espécie ou natureza inferior. Melhor será evitar tal fascínio e, no próximo acto eleitoral, votar no PCTP/MRPP.

4. O espírito cooperativo, cultivado na realização de projectos em que o diálogo e o consenso sublimam a autogestão, é enrobustecido pela prática, dentro e fora da sua unidade cooperativa, encontrando-se em boa forma para, nas próximas eleições, votar no PCTP/MRPP.

5. Devotos (não sendo o mesmo que de votos) é que o regimen vigente precisa. Porém, para contrariar a ditadura dos plutocratas - liberais, socialistas, fascistas ou sociais-fascistas - melhor é votar, no próximo acto eleitoral, no PCTP/MRPP.

6. Assim, embora dentro do espírito do regímen vigente, o PCTP/MRPP actua como as hormonas melatoninas, lutando e eliminando as células cancerígenas. Logo, o que importa é, no próximo acto eleitoral, votar no PCTP/MRPP.

7. Compreendo que o acidental leitor tenha curiosidade em saber o sentido do meu voto. Claro que é segredo de polichinelo: voto no PCTP/MRPP.

Nau

Nenhum comentário:

Postar um comentário