quinta-feira, 1 de outubro de 2015
Nº. 1414 - Luta Popular
1. Porquê votar no PCTP/MRPP e não nas facções que se dizem monárquicas?
2. A falta de credibilidade das facções que se apresentam ao acto eleitoral (as monárquicas inclusive) advém do facto das suas receitas serem meramente lenitivas e nunca contemplarem as questões de fundo.
3. Com enviesado suporte doutrinário, as disputas partidárias desenrolam-se mais numa feição clubística do que num confronto de teses, orientadas para aliciar os lorpas e não para convencer os eternos indecisos.
4. A responsabilidade dos demagogos - mais empenhados em estimular as paixões populares do que satisfazer as necessidades decorrentes - é assaz conhecida, encapotando convenientemente os plutocratas sem rosto.
5. Como armas de arremesso vêm sempre as histórias dos endividamentos excessivos; dos submarinos inicialmente negociados pelos socialistas, deslustrando a justiça portuguesa em relação à celeridade acutilante da congénere alemã.
6. A comuna é o espaço geográfico consensual onde residem grupos de pessoas numa co-vizinhança equilibrada, propícia à germinação de células cooperativas onde a solidariedade, a democracia do voto responsável, a autogestão e a co-propriedade harmoniosamente se verifica, sem discriminações sociais, raciais, políticas ou religiosas.
7. O PCTP/MRPP, embora dentro do espírito do regímen vigente, actua como as hormonas melalatoninas, lutando e eliminando as células cancerígenas. Logo, o que importa é, no próximo acto eleitoral, votar no PCTP/MRPP.
Nau
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