terça-feira, 29 de setembro de 2015
Nº. 1412 - RAC
1. Como é óbvio, a real actividade cooperativista jamais se poderá limitar à acção dos associados que trabalham para a satisfação das suas necessidades económicas, sociais e culturais.
2. O espírito cooperativo, cultivado na realização de projectos em que o diálogo e o consenso sublimam a autogestão, é enrobustecido pela prática, dentro e fora da sua unidade cooperativa.
3 Habituado à normal quotização - contributo regular para as actividades da sua cooperativa - os sócios destas protocélulas comunais moderam o recurso ao financiamento dos usurários porquanto tal prática se torna viciante.
4. Sem dúvida que a disponibilidade financeira permite imediata aquisição dos instrumentos exigidos para a realização de qualquer projecto, embora dando origem ao encarecimento deste através dos encargos financeiros.
5. Claro que as necessidades financeiras quando recorrentes devida à fraca quotização de unidade cooperativa poderão ser supridas a baixo custo pelas sociedades mutuantes, estabelecidas para esse fim como unidades cooperativas.
6. Por vezes a realização de projetos megalómanos exigem um substancial reforço financeiro, bem como elevada utilização ou consumo dos frutos deste, caindo numa prática muito semelhante à dos plutocratas.
7. Bom é ter presente que a unidade cooperativa, à semelhança da comunidade em que se encontra inserida, comporta todo o tipo de indivíduos - crentes/ateus, políticos/apolíticos, indivíduos abastados/pessoas de fracos recursos, etc. - determinados na realização de consensos entre si.
Nau
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