sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Nº. 1394 - Fim de Semana 37


1. A interpretação dos fenómenos sociais tem por substrato o modelo, sendo o real caótico sem tal recurso, embora este não passe de uma construção da mente, será a única via para a interpretação dos fenómenos sociais.

2. Confundir, por irreflexão ou interesses partidários, o comunalismo com seitas religiosas, o anarquismo universitário, os movimentos nefelibatescos e/ou o comunismo estalinalista é cultivar erros crassos. Porém, quem pretender colaborar neste espaço com o objectivo de melhor esclarecer tais assuntos, será em todo o tempo bem-vindo.

3. Socialistas e liberais encontram-se conluiados num rotativismo em tudo semelhante às últimas três décadas da Monarquia, acossados por uma esquerda radical. Contudo, nós somos cooperativistas, defendemos uma Economia Social e não nos revemos no regímen político vigente.

4. O Estado de Direito é o recurso da burguesia possidentibus. A liberdade - capacidade de ir até aos limites morais, dos costumes e dos deveres - é refrigério espiritual e um dos fundamentos do cooperativismo. Porém, a igualdade perante a lei, por razões óbvias, nada nos diz, porquanto somos pela equidade, isto é, rectidão - somos intransigentemente cooperativistas.

5. Como é evidente, só tenho dotes para a literatice, esforçado na questão do cooperativismo, dado que presumo ser a única doutrina capaz de dirimir os efeitos perversos do liberalismo oligárquico, bem como dos socialismos burocráticos.

6. Nada se faz sem esforço - intelectual e/ou físico - pelo que a luta não se resume a um combate entre dois indivíduos, nem ao confronto de modos de pensar diferentes.

7. Urgente é pôr as cartas na mesa. Quem distribui armas e munições aos grupos radicais?.

Nau

Nenhum comentário:

Postar um comentário