quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Nº. 1378 - Prelo Real


1. "Amigos, cento e dez ou talvez mais" têm chamado a atenção para o facto de, embora sejam muitos os que passam os olhos pelos apontamentos deste espaço, ninguém comenta as teses aqui defendidas.

2. Para confirmar a regra, a excepção é personalizada por um cidadão brasileiro que, à semelhança de muitos nefelibatas que pela Internet medram, entende ser a aristocracia o estrato social, poderoso e abastado, dos tempos idos, provavelmente agora consubstanciado na nata da classe dirigista da sociedade do presente.

3. O "provavelmente agora consubstanciada na nata dirigista do presente" é a interpretação que faço da encaprichada defesa da aristocracia por alguns que continuam a presumir ser a comunidade dos nossos dias formada pelos governantes e a carneirada habitual.

4. A propalada globalização em curso, tendo por centro dinâmico o núcleo duro dos oligarcas que a financia - tanto a produção como o consumo - impondo marcas e técnicas patenteadas nos diferentes mercados, tem por contrapartida os regionalismos/nacionalismos espúrios cultivados a esmo.

5. Cabe a nós, defensores de uma Economia Social, lutar pela disseminação da ideia cooperativista; demonstrar que a Comunidade é formada pela multiplicação de comunidades com uma raiz comum: a cooperação; sublinhar que no Reino não se verificam discriminações sociais, raciais, políticas ou religiosas.

6. Somos monárquicos porquanto estamos cientes que os soberanos a prazo de génese partidária apenas defendem as cores da sua preferência; somos pela autogestão, pelo diálogo e pelo consenso pois estes são o fundamento do cooperativismo.

7. Temos presente que todas as religiões são fraude e nefastas ao género humano, pelo que não enchemos páginas com santos e não defendemos aquilo em que não acreditamos.

Nau

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