terça-feira, 11 de agosto de 2015
Nº. 1363 - RAC
1. Ainda ontem escrevi acerca dos bons e dos maus cooperativistas, sendo os primeiros naturalmente dinâmicos e os segundos justamente o oposto.
2. Também as unidades cooperativas poderão ser classificadas como más, quando geridas como empresas patronais, ou boas sempre que conotadas com o espírito cooperativo.
3. Claro que o objectivo da doutrina cooperativa é ir ao âmago do problema acabando com o dualismo secular de dirigente e dirigido.
4. Porém, há sempre uma minoria preconceituosa supostamente nascida para mandar que, a par de uma maioria acriteriosa, mantém apetites pantagruélicos pelas cadeiras do poder.
5. No entanto, o poder real está apenas ao alcance daqueles que controlam a produção e consumo dos bens essenciais através dos circuitos financeiros - os oligarcas - actuando como uma frente corporativa.
6. O cooperativismo, pelas suas características anarco-comunalistas, será a alternativa tanto ao Estado partidocrático liberal, bem como ao centralismo burocrático socialista.
7. Exemplos do bom cooperativismo e/ou das más unidades cooperativas são indubitavelmente boa matéria para debate. Quem quer usar da palavra?.
Nau
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário